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Ruan Lopes

Eles provavelmente fizeram parte da sua infância. Clássicos da Disney como Rei Leão, A Pequena Sereia e Pinóquio encantaram gerações e ainda forma fãs em todo o mundo.

Foi com isso em mente que o designer freelancer Rowan Stocks-Moore decidiu criar cartazes de clássicos da Disney, com uma roupagem diferente.

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Retirado de: http://www.designerd.com.br/classicos-da-disney-em-cartazes-minimalistas/

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Durante uma “escapada”, Rafael Hoffmann Maurilio, transformou um projeto experimental e pessoal numa galeria super interessante: o Rahma Projekt.

O projeto reúne nomes e trechos de músicas de bandas famosas como Pink Floyd, Legião Urbana, The Beatles, entre outros, com cartazes minimalistas.

Nas palavras do designer:

“O Rahma Projekt nasceu pelo desejo de criar simplesmente pelo prazer de criar. Sem briefing, sem pressão, sem cliente, sem pretensão. Criando o que eu gosto, como eu gosto, sem me preocupar em ter que dar explicação, fazer sentido ou dar satisfação.

Nada muito inovador ou genial, só um projeto pessoal, conceitual e experimental. Uma válvula de escape que junta duas das minhas paixões: design e rock’n’roll.”

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Retirado de:

http://www.designerd.com.br/designer-brasileiro-junta-design-com-rocknroll-rahma-projekt/

http://www.rahmaprojekt.com/

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Designer japonês, é considerado um dos mais importantes designers atuais, ele trabalhou com dois mestre do design contemporâneo, Shiro Kuramata e Issey Miyake, até montar seu próprio estúdio em 2000.
Há quase 20 anos tem feito muitos projetos com Issey Miyake, e há tempos tem desenvolvido projetos com empresas internacionalmente conhecidas, como Hermes, Toyota, Kartell, BMW e Swarovski.

Para o designer, seu trabalho é inspirado muitas vezes “simplesmente pelo desejo de usar novos materiais ou processos”. Tokujin consegue projetar objetos funcionais criativos e muito belos, considerando a superfície elemento essencial no processo de criação. Algumas de suas criações mostram que a superfície é elemento suficiente para a significação do seu conceito e para a construção do seu projeto de design.

Seu projeto de maior repercussão foi a Honey Pop, feita em 2001. Ela é produzida como o favo de mel de papel, usado na construção de lanternas chinesas. Assim como as lanternas, a cadeira também começa de forma plana, fechada.
A cadeira aceita o formato do corpo de quem se senta sobre ela, as células do favo de mel da camada mais externa compactam-se para se tornar uma superfície que molda a forma da cadeira.

Em Paper Cloud, o designer pensou que as marcas produzidas em um papel amassado o lembravam as superfícies das nuvens vistas através da janela de um avião. A natureza é sua grande inspiração e o uso da cor branca, ou de materiais transparentes e neutros são características presentes na maioria de seus trabalhos.

Ele procura revelar a beleza escondida nas coisas, e acredita que o desenvolvimento da tecnologia auxilia os designers pois oferece mais opções para a materialização exata de suas ideias.

A cadeira Moon, ganhou outra versão no Salão de Milão deste ano. Essa cadeira tem a forma semelhante à forma arredondada da lua, sua superfície busca criar a textura do brilho da lua; ela também procura, graças a sua forma, integrar o movimento de várias pessoas sentadas na cadeira.

Em 2007, Tokujin ganhou o prêmio Designer do Ano e expôs na Design Miami. Nesta ocasião ele fez uma instalação chamada “Tornado”, na qual milhões de canudos de plástico empilhados, formaram um labirinto, que percorria e preenchia todo o espaço da exposição. Era a principal atração do evento neste ano. Em meio ao “Tornado”, os espectadores puderam observar as diversas obras do designer, como a Rainbow Chair, Water Block e a Honey Pop.

Em 2010, a instalação projetada por ele para a Maison Hermes do Japão também foi muito reconhecida. O designer concebeu a vitrine como a representação simples de expressões dos movimentos diários das pessoas, interagindo com os lenços da marca.

 

Os trabalhos de Tokujin têm sido avaliados como obras de arte mais do que trabalhos de design simplesmente. Alguns de seus trabalhos mais importantes estão presentes em coleções de museus como MoMA, Pompidou, Victoria and Albert e Vitra Design.

Sua estética simples, seu conceito minimalista, sua criatividade e curiosidade ao lidar com a superfície e os objetos, fazem de Tokujin Yoshioka um dos designers que você deveria conhecer.

 

Retirado de: http://www.revistacliche.com.br/2012/11/tokujin-yoshioka/

 

 

No dia 13 de Junho de 1982, Magalhães faleceu em Pádua, na Itália, vítima de um derrame cerebral quando tomava posse como Presidente da Reunião dos Ministros da Cultura dos Países Latinos.

Reconhecendo a sua importância e sua notoriedade, no ano de sua morte a Galeria Metropolitana de Arte do Recife passou a ser chamada de Galeria Metropolitana de Arte Aloísio Magalhães, e 15 anos depois de Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães.

E no ano de 1988, o então Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, assina um decreto que institui o dia do nascimento de Magalhães, 05 de Novembro, como o Dia Nacional do Design.

Na grande maioria dos trabalhos desenvolvidos por Aloísio Barbosa Magalhães, o designer utilizava o recurso de espelhamento e rotação dos elementos. Mas o trabalho feito para a comemoração do IV Centenário do Rio de Janeiro ganhou destaque não apenas pela resolução de uma identidade visual, mas também porque foi um dos poucos projetos que conquistaram a admiração pública. Prova disso foi como a população aplicou e utilizou-se da marca: pipas, maiôs, fantasias de escola de samba, desenhos comemorativos em paredes e ruas, tatuagens, etc.

A solução proposta para o símbolo dessa data comemorativa utiliza o algarismo 4 duplamente refletido, onde o todo reproduz o valor da parte, além de ter um sentido simbólico, pois este aproxima-se da cruz de malta dos portugueses que, historicamente, são os fundadores da cidade.

No ano de 1966, Aloísio Magalhães desenvolveu o layout da nova moeda brasileira, após seu projeto ter sido selecionado no concurso para tal. Essa obra de Magalhães rendeu muitos elogios devido à inovação que ele utilizou na moeda, pois ele se utilizou do efeito moiré, que é um desalinhamento reticular, para assim, gerar um efeito óptico de difícil reprodução.

E quando houve o redesenho da moeda, ele participou inovando mais uma vez, intervindo na funcionalidade da cédula. Percebeu que a grande dificuldade era o fato do dinheiro possuir o lado de cima e de baixo e assim reconhecer o seu valor. Então propôs que as notas possuíssem espelhamento (característica de vários de seus projetos), portanto, a moeda não tinha mais a distinção de lado de cima ou de baixo. Independente da posição que fosse visto, teria a mesma leitura.

Algumas das criações de Aloísio Magalhães:

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Retirado de: http://www.revistacliche.com.br/2012/11/aloisio-magalhaes/

 

 Alexey foi um dos primeiros designers a ser considerado um diretor de arte, sendo responsável pelo projeto editorial da Harper’s Bazaar. Seu trabalho, entre os anos 40 e 50,  foi revolucionário por ter trazido o trabalho dos artistas europeus para dentro da magazine. Como “assinatura” de seus trabalhos tinha o uso de espaços brancos (vazios), layouts em páginas abertas. O seu design tinha como premissa a simplicidade, o frescor e a clareza.

Em uma revista de moda, as roupas não eram apresentadas apenas como peças de fábrica, mas como signo de personalização das pessoas. E na composição das páginas, três elementos eram considerados essenciais: fotografia, texto e espaços vazios.

Alexey tinha o desejo de estudar na Academia de Belas Artes de seu país, mas se viu obrigado a lutar a Primeira Guerra Mundial e a abandonar o seu sonho. Porém, chamado por Carmel Snow (editor da Harper’s Bazaar) levou seu conhecimento sobre design editorial para o país norte-americano onde aplicou o estilo funcionalista do design gráfico moderno europeu e revolucionou o projeto editorial da magazine e das outras revistas de moda do mundo inteiro.
 Após 28 anos de trabalho na magazine, Brodovitch deixou o cargo e passou a fazer parte da American Institute of Graphic Arts – AIGA, principalmente por sua contribuição ao design gráfico. No ano de 1959, Alexey fez um de seus últimos trabalhos sendo diretor de arte do livro Observations de seu amigo Richard Avedon. Após isso, continou sua carreira como professor, e a partir de 1966 ele decidiu morar na França, onde faleceu cinco anos mais tarde.

 

 

 

 

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Retirado de: http://www.revistacliche.com.br/2012/10/alexey-brodovitch/

“A Revista Cliche é uma publicação independente que apresenta aos seus leitores semestralmente conceitos de Design, com assuntos específicos e conteúdo de qualidade. Idealizada por estudantes de Design da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), tem como intuito difundir a produção acadêmica da área. Pioneira entre as revistas para divulgações acadêmicas na cidade de Curitiba (PR), a revista está baseada em três conceitos:

Historicidade: Questão do valor histórico que uma revista possui para o Design. Com suas principais vanguardas, que moldaram o pensamento moderno, utilizando este veículo para expor e difundir seus ideais e sua produção.

Comunicação: Como meio de difusão do conteúdo, a publicação visa proporcionar apoio a materiais originais muitas vezes estagnados em bibliotecas, divulgando-os interna e externamente.

Colaboração: É a forma com que a Cliche é produzida e a torna especial. Publicação independente e de cunho colaborativo, ela é feita pelo meio acadêmico para o meio acadêmico, atingindo diretamente ao interesse de seu público.”

Além da revista, também há um site atualizado diariamente com assuntos voltados aos ramos do Design, visitem a página: http://www.revistacliche.com.br/

Winsor McCay foi um cartunista e animador pioneiro na técnica de desenhos animados, criador de um padrão que foi seguido por Walt Disney e muitos outros. Suas mais famosas criações foram a tira semanal “Little Nemo in Slumberland” (de 1905 a 1914 e de 1924 a 1927) e a animação “Gertie the Dinosaur” (1914). A primeira animação de Winsor McCay foi “Little Nemo” (1911), porém Gertie the Dinosaur é sua obra-prima, considerada um dos principais marcos na história da animação.

Hoje (15/10/12), o Google está comemorando o 107º aniversário da tira “Little Nemo in Slumberland”, para aqueles que não viram, ou não viram completamente (a história inteira que é mostrada), sugiro que deem uma olhada (obviamente, válido apenas para hoje).

Algumas tiras de “Little Nemo in Slumberland”

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Primeira animação de Winsor McCay: Little Nemo (1911)

 

Animação considerada a obra prima do artista: Gertie the Dinosaur (1914)