arquivo

Rony Castilho

Abrigo feito com placas de imobiliárias

esculturas recicladas abrigo de placas

Escultura construída com discos de vinil

esculturas recicladas busto de vinil 

Cães feitos com diversos materiais descartados

esculturas recicladas caes

Caveira produzida a partir de utensílios de cozinha

esculturas recicladas caveira 

Elefante feito com TVs e outros materiais

esculturas recicladas elefante

“Onda de Som”, escultura feita com discos de vinil

esculturas recicladas onda de discos

Uma réplica da ponte Clifton (ao fundo) feita com latas de Coca-Cola

esculturas recicladas ponte de latas

Esculturas que utilizam diversos relógios

esculturas recicladas relogios

Um dos 20 trabalhos feitos com materiais reciclados do Zoológico de Londres

esculturas recicladas urso de plastico

WEEE Man, uma estátua com 7 metros de altura e que pesa 3 toneladas

esculturas recicladas weee man     

Ovelhas feitas com cabos de telefone

esculturas recicladas ovelhas

fonte site:http://www.pipocadebits.com/2009/11/escultura-feitas-de-materiais.html

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Ele nasceu em São Paulo, em dezembro de 1946. É pintor, desenhista e gravador, considerado uma dos mais criativos artistas de sua geração.

Gustavo não pertence a uma escola específica nem segue nenhuma tendência ou modismo. Criou uma obra pessoal, com linguagem própria e personagens de um inesgotável humor caricatural.

Em 1968 ganhou prêmio “medalha de ouro” (pintura) e viagem à  Europa no “ Primeiro Festival de Artes Interclubes”, São Paulo.

Recebeu vários prêmios, expôs e participou de eventos em cidades do Brasil e fora dele, como Nova York, Los Angeles, Massachusetts, Tel-Aviv, Lisboa, Berlim, Hamburgo, Tóquio, Barcelona e Paris.

Dono de uma obra alegre e bem humorada, Gustavo Rosa é muito próximo do mundo corporativo, sendo constantemente convidado por inúmeras empresas e instituições para com sua arte alavancar produtos e projetos.

Em 1994 lançou em Nova Iorque a grife Gustavo Rosa na Bloominngdale’s.

Em 2005 inaugurou seu próprio espaço de trabalho e exibições, o Estúdio Gustavo Rosa,no Jardim Paulista em São Paulo.

fonte: http://tvg.globo.com/platb/domingaodofaustao-programa/category/telao-do-domingao/page/4/

imagem: google

 

A inspiração para tantos desenhos e fábulas mágicas vem da forma com que a dupla Gustavo e Otávio Pandolfo, conhecidos como OS GEMEOS, refletem em seu interior a realidade e a fantasia que lhes rodeiam. Cada pequeno detalhe, porque são através deles que suas obras assumem esta forma já tão reconhecível, são componentes importantes na criação do mundo fantástico, cheio de histórias cotidianas em forma de poesia. O mundo encantado em que vivem todos os seus personagens e que funciona como a janela da alma única dos irmãos gêmeos é repleto de uma mistura harmoniosa entre realismo e ficção. Suas histórias dançam entre dois importantes pilares. O olhar sonhador que possibilita a materialização de um mundo cheio de fantasias e suas críticas incisivas sobre as dificuldades enfrentadas por tantos cidadãos espalhados pelo mundo,vitimas de um modelo socioeconômico que se encontra em grande transformação.

O graffiti entrou na vida dos irmãos em 1986. Naquela época, com apenas 12 anos, tudo era novidade e sem ter de onde tirar suas referencias, Gustavo e Otavio improvisavam e inventavam sua própria linguagem. O que a cidade proporcionou a eles foi essencial para o desenvolvimento de todas as habilidades que se transformaram depois no estilo próprio e imediatamente reconhecível dos artistas.

fonte:http://tvg.globo.com/platb/domingaodofaustao-programa/category/telao-do-domingao/page/3/

imagem: google

 

David Dalmau é artista plástico, fotógrafo e cenógrafo. Ele nasceu em Barcelona no dia 4 de dezembro de 1962, e desde a infância viajou pelo mundo visitando galerias e museus com seu pai, um colecionador de arte e homem de negócios. Após esta rica e diversificada experiência, o jovem Dalmau cursou Arquitetura, Economia e Aviação, embora sempre tenha declarado seu interesse e preferência pelas artes.

Em 1982, Dalmau deixou os Estados Unidos e realizou um de seus sonhos: viver na Europa. Estabeleceu-se em uma antiga casa de pescadores em Sitges, perto de Barcelona, onde seu tio Pepe tinha um pequeno estúdio, e finalmente passou a dedicar-se por completo à pintura, descobrindo seu próprio estilo e potencial para temas diferenciados, característica que cultua até hoje. Suas pinturas têm a tradição do expressionismo figurativo europeu, destacando temas urbanos; sua técnica combina simplicidade e sofisticação com brilhante uso de cores, em imagem de festas, multidões anônimas e a tão almejada e utópica felicidade eterna.

Em princípios da década de 1990, Dalmau visitou o Brasil para participar, como curador assistente, da 21ª Bienal Internacional de São Paulo. Essa experiência representou um estímulo adicional para que este artista, sempre em busca do novo, decidisse residir no Brasil, abrindo seu ateliê e galeria de arte na capital paulista.

fonte:http://tvg.globo.com/platb/domingaodofaustao-programa/category/telao-do-domingao/page/3/

 

Rubens Gerchman nasceu no Rio de Janeiro, em 1942, e faleceu em São Paulo, em 2008.

Pintor, desenhista, gravador e escultor, o carioca freqüentou em 1957 o Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro,  onde estudou desenho. Fez curso de xilogravura com Adir Botelho e frequentou a Escola Nacional de Belas Artes – ENBA, entre os anos de 1960 e 1961.

Em 1967, foi contemplado com o prêmio de viagem ao exterior no 16º Salão Nacional de Arte Moderna – SNAM. Residiu em Nova York entre 1968 e 1972 e voltou ao Brasil para dirigir o filme Triunfo Hermético e os curtas ValCarnal e Behind the Broken Glass.

Em 1981, a convite da arquiteta Lina Bo Bardi ( 1914 – 1992), realizou painéis de azulejos para o SESC Fábrica Pompéia, em São Paulo. Em 1982, permaneceu por um ano em Berlim como artista residente, a convite do Deutscher Akademischer Austauch Dienst – DAAD [Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico].

Lançou, em 1989, o livro Gerchman, com textos do crítico de arte Wilson Coutinho. Publicou o álbum de litografias Dupla Identidade, com texto do poeta Armando Freitas Filho (1940), em 1993. Como docente, ministrou cursos no Brasil e no exterior. Em 2000, lançou álbum com 32 litografias, primeiro volume da coleção Cahier d’Artiste, da Lithos Edições de Arte.

fonte:http://tvg.globo.com/platb/domingaodofaustao-programa/category/telao-do-domingao/page/2/

O ano de 1889 não foi marcado apenas pela proclamação da República, mas também pelo nascimento desta grande artista brasileira. Nascida em São Paulo, Anita é filha do engenheiro italiano Samuel Malfatti e da norte-americana Eleonora Catharina Malfatti. Aos três anos, Anita viaja para Itália para ser operada por uma atrofia congênita no braço e mão direitos. A intervenção médica resolveu parcialmente o problema e por isso, ela precisou de cuidados especiais para desenvolver habilidades com mão esquerda.

O nascimento da artista acontece através da mãe. Eleonora passou a lecionar pinturas e línguas no colégio Mackenzie após a morte do marido. Em 1909, Anita pinta seu primeiro quadro, “O burrinho correndo”, cópia de uma revista popular da época.

Seu tio Jorge mandou Anita para Alemanha para estudar pintura e desenho e obter assim, uma profissão. Lá, ela conhece obras de Van Gogh, Picasso e fica muito impressionada com os movimentos vanguardistas. Ganhou muita experiência, pois estudou com professores bem conhecidos na Europa.

A Primeira Grande Guerra a trouxe de volta para o Brasil, mas logo em seguida foi para os Estados Unidos continuar estudando. Em uma visita a uma ilha na costa leste, ela pintou a maioria quadros mais conhecidos. Entre eles podemos citar: “O Farol”, “A onda”, “Rochedos”, “O Barco”, “Paisagem amarela”, “O Homem amarelo”, “A boba”, “O Homem de sete cores”, “Mulher de cabelo verde”.

Com uma vasta experiência adquirida em suas viagens, Anita resolve através do apoio de amigos jornalistas e artistas, organizar a exposição de  1917. A mostra contou com os trabalhos trazidos dos Estados Unidos. O resultado não foi bem aceito. Um dos principais nomes da crítica da época, Monteiro Lobato, que era nacionalista, resolveu criticá-la em um jornal. Na edição ele dizia que os trabalhos mais pareciam com macaquice e caricatura e lamentava o fato de uma artista tão talentosa fazer pinturas deste tipo.

Alguns anos depois nascia a famosa Semana de 22 tendo como uma das idealizadoras, Anita Malfatti. Os trabalhos foram expostos no Teatro Municipal de São Paulo e teve a artista como “martir do modernism”.

fonte:http://tvg.globo.com/platb/domingaodofaustao-programa/category/telao-do-domingao/page/2/

 

O artista nasceu em 1949 na cidade de Campos (RJ) e atuou como gravador, desenhista e pintor. Sua carreira começou cedo, sob a influência do cubismo, originado em Paris e que tem como expoente o pintor Pablo Picasso.

No ano de 1966, Granato estudou pintura com Roberto Newman, fundador do Museu de Arte Moderna do Espírito Santo. No ano seguinte, ele entrou para a Escola de Belas Artes da UFRJ.  Mas, por motivos pessoais, teve que abandonar o curso e mudou o seu estilo de arte para algo mais político e rebelde.

Em São Paulo, para onde se mudou em 1972, Ivald Granato expôs trabalhos de Mail Art em diversas galerias, entre elas, o Museu de Arte Brasileira e Art Nobile. No ano seguinte, ele abriu a sua própria galeria na mesma cidade.

A arte de Granato não é conhecida apenas no Brasil. Seus quadros, gravuras e desenhos foram contemplados por admiradores na Alemanha (Galeria Maeder e Exposição Frankfurt, em 1984), Estados Unidos (International Gallery de New York, em 1988) e Japão (Kramer Galeria de arte , em 1992).

Uma de suas frases marcantes explicou a diferença entre design e arte. “O design estuda e desenvolve objetos com uma finalidade. Mas a diferenciação entre design e arte é difícil de ser determinada. Os pintores talvez marquem bem essa distinção.”, diz Ivald Granato.

fonte:http://tvg.globo.com/platb/domingaodofaustao-programa/category/telao-do-domingao/