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Mikko é fotógrafo autodidata da Finlândia.
Começou a fotografar em dezembro de 2008. Desde então se apaixonou por fotos.

“Estou constantemente a tentar encontrar novas maneiras de ver o mundo.”

 

Fonte: http://www.flickr.com/people/latyrx/

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O fotógrafo Abelardo Morell é conhecido na comunidade fotográfica pelas imagens criadas através de Câmara Obscura. Ele nasceu em Havana, em Cuba, em 1948, mas fugiu com sua família de Cuba, em 1962, para Nova York. Hoje, Morell é radicado em Boston.

Abelardo Morell - Foto: Gilberto Tadday

As fotos de Morell com a Câmara Obscura foi inspirada depois de demonstrar o princípio da câmara obscura aos seus alunos da universidade onde lecionava.

A fotografia mais conhecida de Morell, Light Bulb (Lâmpada) de 1991, ilustra o enigma da fotografia de modo tão simples que induz a ironia. Uma lâmpada em frente de uma lente que brilha intensamente; a lente é fixada com fita adesiva a uma caixa de papelão que serve de câmara; uma imagem invertida da lâmpada aparece na parte de trás da caixa, onde esperaríamos encontrar o filme.

Light Bulb

Morell recriou o mais primitivo e simples método fotográfico, a câmara obscura, para realizar belíssimas obras de arte. Em hotéis espalhados por pontos turísticos de todo o mundo, Abelardo elimina qualquer entrada de luz. Depois de deixar o cômodo completamente isolado, ele faz um pequeno orifício na parede para que apenas um “fio” de luz entre. O resultado é a formação de uma imagem invertida de acordo com paisagem externa, materializada na parede. É algo surreal e impressionante, apesar de se basear em um fenômeno facilmente explicado pela física.

Manhattan view looking south in large room. Manhattan - 1996

The Brooklyn Bridge in Bedroom. Brooklyn - 1999

Boston's Old Custom House in Hotel Room. Boston - 1999

The Eiffel Tower in the Hotel Frantour. Paris, France - 1999

Para obter as fotografias, ele realizava o processo acima descrito e posicionava sua câmera, deixando-a em longa exposição por cerca de três a cinco horas. Ao longo dos anos, sua técnica foi aprimorada, permitindo que a imagem pudesse também ser formada no chão para explorar texturas. A imagem invertida foi corrigida com auxilio de um prisma e os filmes foram trocados por sensores digitais.

Vista de Florença, 2009

Brooklyn Bridge, 2009

Morell foi premiado com o Cintas Foundation Fellowship, em 1992, da John Simon Guggenheim Memorial Foundation Fellowship em 1993, da New England Fundação para a Sociedade de Artes, em 1994, do St Botolph Club Award Foundation, em 1995, do Museu De Cordova Rappaport Prize, em 2006, da Alturas Foundation Grant, em 2009 e da International Center of Photography Award Infinito, em 20111.

Um documentário sobre elementos da vida e obra de Morell, Sombra da Casa, foi lançado em 2007. Confira o site do filme, onde é possível ver o trailer:

http://shadowofthehouse.com/index.html

Entrevista cedida para a revista PicturaPixel:

http://www.picturapixel.com/arquivos/edicao1/fotografo_morell.html

Acesse o link e veja a entrevista em vídeos:

http://www.picturapixel.com/arquivos/edicao1/videos.html

Outra entrevista do fotógrafo pode ser acompanhada neste link:

http://www.forumfoto.org.br/pt/2010/09/abelardo-morell-2/

Mais fotografias de Morell podem ser vistas em:

http://www.edelmangallery.com/morell.htm

Fontes:

http://www.abelardomorell.net

http://www.picturapixel.com/arquivos/edicao1/fotografo_morell.html

http://en.wikipedia.org/wiki/Abelardo_Morell

http://ericatarina.wordpress.com/tag/abelardo-morell/

Vicente José de Oliveira Muniz,  mais conhecido como Vik Muniz, é um artista plástico, fotógrafo e pintor brasileiro radicado em Nova York, que faz experimentos com novas mídias e materiais.

Seu trabalho consiste na maioria em geleia, manteiga de amendoim, açúcar, arame, xarope de chocolate e diamantes. As de maiores proporções são esculpidas na terra ou feitas de enormes pilhas de lixo.

Em uma de suas séries, os compradores podiam encomendar por US$ 110.000 um dos retratos de chocolate “His & Hers” feitos por Muniz e receber uma reprodução fotográfica do trabalho também. Muniz doou o produto das vendas para o Centro Espacial Rio de Janeiro, uma organização de caridade que trabalha com arte para crianças e adolescentes pobres no Brasil. Segundo Muniz, “os pobres precisam de dinheiro. É preciso ajudá-los diretamente. Não acredito em arte política. Sensibilizar: você tem o jornal para isso”.

Em 30 de janeiro de 2010, o documentário “Lixo Extraordinário” sobre o trabalho de Vik Muniz com catadores de lixo em Duque de Caxias foi premiado no Festival de Sundance. No Festival de Berlim em 2010, foi premiado em duas categorias, o da Anistia Internacional e o público na mostra Panorama.

“His & Hers”

Foi em seu estúdio, no bairro do Brooklin, em Nova York, que o artista brasileiro Vik Muniz desenvolveu uma obra com origamis em prol das vítimas da tragérida que aconteceu no Japão.

visite: http://www.vikmuniz.net/

fote: wikipédia e http://www.vikmuniz.net/