arquivo

Douglas Viscardi

Totalmente diferente dos desenhos que vemos nos corpos tatuados por aí, o trabalho do tatuador Lukas Musil, encanta pelo exotismo incrível do seu risco. Bem fora do convencional, ele é um artista que transita entre o real e o abstrato, através de técnicas que muito se assemelham a traços e rabiscos, e até mesmo pinceladas que se destacam muito através das cores usadas. Dá até a vontade de fazer tattoos com ele, o problema é que o estúdio dele, o Tribo, fica em Praga, na República Tcheca.

 

Este slideshow necessita de JavaScript.

Fonte: http://www.muralnamoda.com/2011/06/as-nada-convencionais-tattoos-de-lukas.html

Charles Wilkin é designer gráfico que produz colagens e montagens no Brooklyn, em Nova Iorque, onde trabalha e vive. Suas obras exploram muitos temas, concentra-se principalmente sobre as causas e efeitos associados à sobrecarga da mídia, utilizando plataformas tradicionais e digitais, causando reações inesperadas e emoções em quem as observa.

Nas imagens abaixo selecionei as obras da série “Full of Dead Ideas”. Confira:

No site de Charles Wilkin é possível conferir outras obras e coleções.

Fontes:

http://www.charlesscottwilkin.com/

http://www.muralnamoda.com/2012/07/as-colagens-psicodelicas-de-charles.html

Robert Farkas é um designer gráfico da Hungria que trabalha no Mito Hungria e faz design para sites e estampas para camisetas. Farkas é um artista de novas mídias e tem suas obras inspiradas em temas compostos baseados em lobos, leões, raposas e outros animais selvagens. Ele gosta de misturar a técnica da aquarela com soluções digitais. Os desenhos são divertidos, selvagens, limpos, estéticos e atuais.

Fontes:

http://society6.com/artist/astronaut

http://www.curioos.com/astronaut

http://www.emptykingdom.com/main/featured/robert-farkas/

http://www.muralnamoda.com/2012/09/os-desenhos-selvagens-de-robert-farkas.html

Quando você vê os desenhos hiper-realistas de Dirk Dzimirsky, dificilmente acredita que não são fotografias em preto e branco.

O artista alemão, nascido em 1965, começou a se dedicar profissionalmente em 2005, quando começou a trabalhar como ilustrador gráfico de livros.

Com um cuidado de luz e sombra sobre os desenhos, o artista representa em seu trabalho uma reação direta a mania de beleza e perfeição da mídia.

Fontes: http://www.dzimirsky.com/

http://br.noticias.yahoo.com/fotos/artista-faz-desenhos-realistas-com-l%C3%A1pis-1351604935-slideshow/dirk-dzimirsky-photo-1348783489.html

Erika Iris Simmons nasceu em St. Louis, mas passou a maior parte da infância em Orlando. Erika Iris ficou conhecida através da arte com reciclagem.

 

Auto intitulada artista autodidata, ela trabalha com materiais e conceitos pouco tradicionais. A maioria dos materiais que utiliza provém de doações ou são coisas que foram jogadas fora mesmo, como fitas cassete, cartões ou qualquer coisa.

Monet

Martin Luther King Junior

Oscar Wilde

 Simmons comenta que sempre tenta expressar uma ideia utilizando coisas comuns, com a esperança de que alguma mensagem seja transmitida sem palavras. Ela é fã de Ken Knowlton, do brasileiro Vik Muniz e de René Magritte.

Beethoven

Entre o trabalho mais conhecida de Erika Iris Simmons estão os retratos e ilustrações feitos com fitas cassete, sim elas mesmas, as velhas K7 e algumas VHS. Vejam algumas imagens:

Jimi Hendrix, a primeira arte de Erika Iris Simmons feita com fita K7

John Lennon

Bob Dylan

Audrey Graceful

The Clash

Traci Lords

Bob Marley

Marilyn Monroe

Michael Jackson

Quem quiser conhecer mais sobre a artista acesse http://www.iri5.com.

Fontes: http://www.iri5.com/

http://andafter.org/publicacoes/arte-de-erika-iris-simmons-_1700.html

http://www.cultpop.com.br/cultpop/erika-iris-simmons/

Samuel Silva tinha uma mania quando criança: desenhar no final de seus cadernos utilizando diversas técnicas. Com o tempo acabou por se dedicar à advocacia, mas sem abandonar sua grande paixão: o desenho.

Ele revela que sempre foi interessado em escultura, desenho e pintura desde que tinha 2 anos de idade e que comecei a desenhar e desenvolver a seu próprio estilo de desenho com caneta esferográfica quando  estava na escola, sala de aula desenhava seus simples esboços na parte de trás dos livros de exercícios.

Hoje, o artista amador faz questão de dizer que cria ou adapta ilustrações e quadros famosos apenas por diversão.

Samuel consegue este resultado utilizando apenas canetas esferográficas, destas que compramos em qualquer papelaria. O que muda é a dedicação e a paciência. Esta linda menina ruiva logo abaixo levou 30 horas para ficar pronta.

A reprodução do quadro “Moça com o brinco de pérola”, do pintor Johannes Vermeer levou 15 horas!

 “A única coisa que me faz continuar é o meu amor pelo que faço e a ambição de ir mais longe e mais longe. Canetas esferográficas são tão subestimado, mas como eles são um meio poderoso. E não é sobre o que você usa, é sobre como usá-lo”, fala Samuel Silva.

Fonte: http://blogdalu.magazineluiza.com.br/um-advogado-que-cria-obras-de-arte-utilizando-apenas-canetas-esferograficas/16583/2012/10/

http://vianaarts.deviantart.com/

Tom Whalen é um designer e ilustrador da Pennnsylvania, que gosta de unir seu trabalho e suas paixões, como histórias em quadrinhos, filmes, pop art, entre outros.

Whalen frequentou a Universidade Kutztown, onde sua paixão por desenhos foi cultivada, e onde desenvolveu interesse por tipografia. Segundo ele, o essencial é sempre estudar novas possibilidades, que possam ser adicionadas ao seu trabalho, para que sua criatividade possa ser explorada de diversas maneiras.

Seu meio comum de trabalho é a arte vetorizada, e ele explica que desenha cada personagem e elemento separadamente, pra poder focar em todos, sem ter que se preocupar inicialmente com a composição completa.

Fontes:

http://chocoladesign.com/posters-tom-whalen

http://strongstuff.net/

Caso Erin é uma premiada artista visual baseada em Midland, Michigan, com foco na colagem. Ela está atualmente em busca de seu diploma de bacharel em artes plásticas e tem planos para se tornar uma educadora.

 

Fontes:

http://erincase.weebly.com/

http://artdoxa.com/erincase

 

 

 

Jang Seung Hyo é um sul-coreano que combina trabalhos com 2 e 3 dimensões em conjunto. As imagens que ele usa são experiências pessoais diárias, onde o espectador inflama associações inconscientes. Suas esculturas de fotografias de perto, constitui-se em olhar como ilusões futuristas.

As imagens estão posicionadas em camadas umas às outras formando um resultado que obscurece a fronteira entre escultura, pintura, fotografia e instalação.

Fonte:

http://www.emptykingdom.com/main/featured/jang-seung-hyo/

 

 

 

Derek Gores é um artista Nova Iorquino, nascido em 1971, que ficou conhecido por criar obras sobre tela com colagem, através da reciclagem de revistas, rótulos e materiais encontrados para.

As obras produzida pelo artista mostra contrastes entre a beleza viva das imagens e a concepção mecânica e abstrata do design e estética do mundo fashion. Os detalhes das pequenas partes distintas que formam as imagens nas colagens do artista são tão importantes quanto a obra em si. As “peças” são escolhidas cuidadosamente por Derek, que desenvolve um trabalho minucioso, excepcional e digno de admiração.

Gores é um designer de sucesso comercial e ilustrador há cerca de quinze anos, seus clientes incluem a ESPN, Lenny Kravitz, Lucasfilm, Kings of Leon, U2, Adidas, Madonna, Harley Davidson, 321 Agency, the National Football League, LiveNation, SEIU, Love Haight Apparel, Draftfcb e JC Penney.

Videos:

http://youtu.be/Cf1moJPwxBw

http://vimeo.com/28836280

http://vimeo.com/7385263

Fontes:

http://www.derekgores.com/index.php

http://photojournal.com.br/2011/04/as-colagens-de-derek-gores/

Na noite de segunda-feira, dia 10 de setembro, no showroom da Think Surface, em São Paulo, foi lançado o projeto Futebol Designers – Corinthians.

Seleção de obras retrata símbolos do Corinthians

Um time de artistas que promete provar que realmente o futebol é uma arte. Gustavo Rosa, Newton Mesquita, Sônia Menna Barreto, Guto Sciotti, César Landucci, Vanessa Guimarães e Gina Elimelek foram escalados para a primeira etapa do projeto Futebol Designers, idealizado pela Think Surface.

Ousada e inédita, a ação tira o futebol dos gramados para invadir a grande área da arte e do design, em uma proposta inovadora que busca quebrar paradigmas e trazer um novo olhar ao ícone mais popular do País. O pontapé inicial se chama Futebol Designers, uma seleção de obras que retrata os símbolos dos principais clubes brasileiros de forma irreverente, moderna e sofisticada. “Buscamos elementos gráficos, que tivessem um forte vínculo emocional associado à linguagem contemporânea, onde pudéssemos criar uma nova leitura com elegância e sutileza, mas sempre com paixão”, explica Gina Elimelek, designer criativa da Think Surface e idealizadora do projeto.

 

O primeiro time a entrar em campo, o Sport Club Corinthians Paulista, tem 30 imagens inspiradas na riqueza gráfica do escudo do “Timão”. Cada artista trabalhou nas cores e nos elementos do clube, como pontas, remos, âncora, bandeira, circunferência etc., criando suas composições artísticas e até desconstruções das imagens. “Conseguimos trabalhar de uma maneira subliminar, com um grafismo resultante da composição do emblema, mas sem explicitar o símbolo do time”, explica o designer Guto Sciotti.

 

Versáteis, as obras podem ser aplicadas em todo tipo de produto, de forma ampla e criativa. “É como se trocássemos as telas por móveis, objetos, parede, enfim, como se a arte invadisse o cotidiano dos amantes do futebol”, explica Gina. Na decoração, a arte pode ser vista em revestimentos, como papéis de parede, tecidos, fórmicas, painéis, adesivos, entre outros produtos.

 

Mais que uma coleção, a Linha Futebol Designers é um projeto contínuo que terá, além de lançamentos de coleções, intervenções na cidade e instalações em parceria com os principais clubes do futebol nacional. Dois temas completamente diferentes; duas paixões nacionais e principalmente dois mercados indiscutivelmente promissores.

Fontes:

http://www.corinthians.com.br/portal/noticias/2012/09/11/12h11-id16282-futebol+designers-corinthians+e+lancado+em+sao+paulo++.shtml#.UFZR9Y2PXFl

 http://www.thinksurface.com.br/loja/produtos/1/112/futebol-designers

Eugenio Recuenco é um fotógrafo espanhol, que reside em Madrid, e trabalha principalmente na publicidade. Recuenco é considerado um dos melhores fotógrafos de moda da atualidade. Comparado a outros, seu estilo pessoal tem sido referido como “cinematográfica” e “pictórico”. Os seus trabalhos são criativos, tecnicamente irrepreensíveis e visualmente arrebatadores e por esse motivo Recuenco é requisitado pelas grandes agências de publicidade para produzir as imagens para as campanhas das mais importantes marcas do mundo da alta costura.

O currículo de Recuenco é impressionante. Já fotografou para a Diesel, Mango, Chanel, Carolina Herrera, Vuitton, etc. – passe a publicidade. Actualmente trabalha em exclusividade para a Vogue. Possuidor de um estilo muito peculiar, que Versace qualificou de “cinematográfico”, Recuenco confere às suas fotografias uma aura de mistério e exotismo que, subtilmente, nos remete para clichés visuais próximos do mundo do cinema, particularmente dos filmes fantásticos ou de aventuras. Não é difícil reconhecermos referências aos grandes filmes.

 

As imagens são dispostas em sequência, como se fossem fotogramas, e contam uma história; a composição é dramática e rigorosa; o domínio da cor e da luz é total. O resultado são fotografias de grande beleza que passam subliminarmente a mensagem comercial pretendida, ainda assim deslumbrante.

 

“Fairytale”

Recuenco causou um grande impacto em 2006 quando recriou cenários de contos de fadas para fotografar para a Vogue. Nesta série ele recriou A Princesa e a Ervilha, Branca de Neve, Gato de Botas, O Flautista de Hamelin (embora este tiro pode dobrar como as Princesas Bailarinas delirantes), Cinderela, Chapeuzinho Vermelho e A Bela e a Fera.

 

Les Huguenotes

Eugenio Recuenco fez os cenários e direção de arte desta nova versão dos clássicos da ópera Les Huguenotes, em colaboração com o diretor de arte Eric Dover.

A apresentação desta ópera foi produzida pelo Centro de Fisher no Bard College The New York e encenada entre julho e agosto de 2009.

http://vimeo.com/19169401

Entrevista

http://vimeo.com/19657143

Na sua página Recuenco encanta nossos olhos e alguns outros sentidos com centenas de imagens inspiradoras, sugestivos ou perturbador, universos de fantasia, de sonho, Panorâmicas steampunk referências, personagens carismáticos, piscadelas publicidade, contos de fadas e uma longa lista de criações surpreendentes. Todos eles são, sem dúvida, o resultado de uma equipe de produção muito bem sincronizados, uma máquina imparável criativa que trouxe Recuenco e sua equipe muito além dos limites de seu país, e também para além dos limites da fotografia, direcionando spots publicitários para a televisão. Acesse  http://www.eugeniorecuenco.com/.

Fontes: http://www.eugeniorecuenco.com/

http://fairytalenewsblog.blogspot.com.br/2009/07/eugenio-recuencos-fashionable-fairy.html

Natalie Shau é artista de mídia mista e fotógrafa. De origem russa e Cazaquistão, Shau vive em Vilnius, na Lituânia.

Ela encontrou interesse em moda e fotografia de retrato, bem como ilustração digital e da arte fotográfica. Apesar de seu trabalho pessoal, Natalie também cria obras de arte e fotografia para músicos, teatro, revistas de moda, escritores e publicitários.

Shau também trabalhou como diretora de arte para um filme curto 3d de Kamel Ouali, o musical “Drácula”.

Vale a pena acessar o site pessoal da artista e conhecer mais obras: http://natalieshau.carbonmade.com/

 

Fontes:
http://www.umamulherdefases.com.br/2012/03/artes-natalie-shau.html
http://natalieshau.carbonmade.com/

Alice Meichi Li [李美姿] é uma artista extraordinária, filha de imigrantes chineses, cresceu em um bairro de alta criminalidade de Detroit e foi para Nova York a fim de tornar-se um fornecedor profissional de obras visuais.

Ela estudou na Escola de Artes Visuais de Nova York, sendo a única estudante de Ilustração em seu ano a receber o Prêmio Bolsa Alumni.

Li ilustra imagens para revistas em quadrinho, capa de álbuns musicais e portfólios. Sua arte tem sido visto em paredes de museus e galerias, capas de discos, capas de livros, quadrinhos, revistas, antologias e muito mais. Ela ganhou seu BFA na Escola de Artes Visuais, e atualmente vive e trabalha em Nova York, NY.

Suas ilustrações contam uma história em um único desenho, é fácil viajar olhando cada detalhe da ilustração e criar uma fantasia, um conto em sua mente, cheia de magia, sensualidade e “dor emocional”. Sua obra enriquece nossos olhos, consegue-se vislumbrar a verdade e os sentimentos em sua obra, que brinca entre o real e surreal.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Para conhecer mais a artista acesse:

http://alicemeichi.com/index.html

http://www.facebook.com/alicemeichi

http://twitter.com/AliceMeichi

Fontes:

http://www.umamulherdefases.com.br/2012/06/artes-ilustracoes-by-alice-meichi-li.html

http://en.wikipedia.org/wiki/Alice_Meichi_Li

Malika é uma ilustradora francesa que atualmente vive em Londres. Ela cresceu em Paris, onde estudou design gráfico antes de se mudar para Londres para viver de ilustração.

Em 2006, Malika se juntou a Airside, um estúdio de design multidisciplinar altamente aclamado. Enquanto na Airside, Malika desenvolveu um portifólio que levou a colaborações com numerosas revistas de alto perfil e clientes, incluindo Wallpaper e The Sunday Times.

Deixou a Airside em 2011. Hoje, Malika já está estabelecida como um ilustradora independente e já trabalhou em uma variedade de projetos que abrangem publicidade, editorial e publicação.

 

Kama Sutra

A Penguin Books publicou no início do ano uma edição de luxo do antigo texto indiano sobre o comportamento sexual humano – Kama Sutra – com ilustrações da designer francesa Malika Favre.
Impressionado por trabalhos anteriores da ilustradora, Paul Buckley, diretor de arte da Penguin, convidou Malika a conceber um design arrojado para a capa da nova edição do clássico Kama Sutra.
O resultado foram as belíssimas ilustrações, plenas de sensualidade e bom gosto.

Quem quiser conhecer mais sobre a ilustradora Malika Favre acesse: www.malikafavre.com

Fontes: 

www.handsomefrank.com

http://o-que-vem-a-rede.blogspot.com.br/2012/07/kama-sutra-malika-favre.html

Chegou ao Brasil no dia 15 de junho uma coleção de imagens inesquecíveis de todos os fotógrafos vencedores da competição realizada pelo Natural History Museum de 2011. O concurso que recebeu 41 mil fotografias de 95  países selecionou apenas 79 imagens de 24 países, as quais ganharam a  competição pela habilidade de registrar a beleza e admirar a  importância do mundo natural.

Entre várias divisões, a fotografia do ano foi para Daniel Beltrá,  espanhol, fotojornalista da agência de notícias EFE e Greenpeace, o qual  registrou uma imagem de pelicanos resgatados nas águas do Golfo do  México, em 2010. Na imagem os pelicanos estavam passando pela  primeira etapa de limpeza em uma instalação de pássaro e resgate  temporário em Fort Jackson, Lousiana.

“Ainda existe vida no óleo”, imagem do fotógrafo espanhol Daniel Beltrá

Anualmente uma exposição principal com as fotos vencedoras ocorre no Natural History Museum de Londres e em seguida viaja por todo o mundo. O Brasil receberá durante os meses de junho a agosto o Veolia Water Fotógrafos da Natureza no Espaço Cultural Bovespaem São Paulo e no Espaço Tom Jobim do Jardim Botânico no Rio de Janeiro.

A competição

Este é o 48º ano da competição. O Fotógrafos da Natureza é uma exibição anual das melhores fotografias de natureza do mundo. O concurso é de propriedade de duas instituições do Reino Unido que se orgulham em apresentar e premiar a diversidade de vida na Terra – o Natural History Museum (Museu de História Natural) e a BBC Wildlife Magazine (Revista BBC Wildlife).
A cada ano, dezenas de milhares de inscrições são recebidas e julgadas por uma bancada internacional de jurados especialistas em fotografia.

A História da Competição

A origem do concurso Fotógrafos da Natureza data de 1965, quando o nome da BBC Wildlife Magazine (Revista BBC Wildlife) ainda era Animals (Animais) e havia somente três categorias, e cerca de 600 inscrições de fotografias. Mas, mesmo naquela ocasião este já era o maior evento sobre fotografias da natureza. O concurso ganhou prestígio através dos anos, e em 1984, a BBC Wildlife Magazine e o Natural History Museum uniram forças para transformar o concurso no que ele é hoje.
Atualmente, mais de 40.000 inscrições são recebidas, de mais de 90 países por todo o mundo. Anualmente, uma exposição principal ocorre no Museu e em seguida viaja pelo mundo todo. As fotografias premiadas são exibidas no website, na BBC Wildlife Magazine e em publicações pelo mundo inteiro. E com isso, hoje, vistas por milhares de pessoas.

Serviço:

Exposição

Data: 15 de junho a 9 de julho

Horário para visitação: de segunda a sexta das 9h às 18h

Local: Espaço Cultural Bovespa

Endereço: Praça Antônio Prado, 48, Centro, São Paulo-SP

Entrada gratuita

Data: 3 de agosto a 30 de agosto

Horário: de segunda à sexta das 10h às 18h; sábado e domingo das 10h às 16h

Local: Espaço Tom Jobim Jardim Botânico

Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008 (dentro do Jardim Botânico do Rio de Janeiro-RJ)

Entrada gratuita

Fonte: http://www.culturasub.com/veoliawaterfotografosdanatureza/index.php

http://revistamergulho.com.br/_wp/?p=2350

http://guia.uol.com.br/sao-paulo/exposicoes/noticias/2012/06/14/fotos-sobre-a-natureza-estao-em-exposicao-gratuita-em-sao-paulo.htm

Massimo Carnevale é um ilustrador italiano, que ficou conhecido por desenhar para capas de revistas em quadrinhos americanas.

O ilustrador se tornou destaque por suas obras, onde ele desenha filmes e séries famosas de maneira incrível e única.

Batman: The Dark Knight

A inovação está na visão do artista sobre as obras, ele procura sempre pintar cenas e traços característicos dos personagens e do próprio filme, fazendo com que suas obras sejam reconhecidas pelos amantes dos filmes e das séries.

The Goonies

Uma imagem mais impressionante que a outra, vale a pena conferir as obras e procurar assistir os filmes e series que serviram de inspiração para Massimo.

Inglourious Basterds

Para conhecer mais obras do artista acesse o blog: http://sketchesnatched.blogspot.com.br/

Kill Bill

Back to the Future

Blade Runner

Fonte: http://sketchesnatched.blogspot.com.br/

http://www.hypeness.com.br/2012/06/ilustracao-de-filmes-famosos-por-massimo-carnevale/

Durante a minha graduação de Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, concluída em 2005, no Centro Universitário do Norte Paulista (Unorp), de São José do Rio Preto, me apaixonei profundamente pela arte da fotografia.

No terceiro e quarto anos de faculdade tive a disciplina de fotografia com o professor Elisandro Ascari. Durante esses anos do curso aprendi muito sobre a arte da fotografia. Do teórico a prática, de enquadramento, profundidade, foco, abertura, velocidade, fotometria até a revelação do filme – não tinha câmeras digitais e usávamos máquinas com filmes Canon e Pentax, uma com rotação do filme manual e outra automática – e a ampliação do negativo para o papel fotográfico, tudo em preto e branco.

Cada novo aprendizado durante as aulas parecia um brinquedo novo dado a uma criança. Não via a hora de ter novamente aula de fotografia para pegar uma câmera na mão e por em prática o que tinha aprendido na teoria. Veja abaixo algumas fotografias minhas durante a faculdade, em estúdio e externas.

Uma das primeiras fotos feitas, em estúdio, durante a faculdade de Jornalismo

Foto de um morador de rua, a primeira vez que fotografei com equipamento da faculdade pelas ruas da região

Com um pouco mais de conhecimento consegui fotos legais em uma competição de Motocross, em Bálsamo/SP

Após a conclusão do curso e já formado em Jornalismo me afastei um pouco dos estudos da fotografia, pois trabalhei com assessoria de comunicação da própria Unorp e as fotos que fazia não tinham muitos segredos, pois eram palestras e eventos da instituição e principalmente porque o equipamento cedido para o trabalho não ajudava muito, uma máquina compacta e sem muitos recursos da Sony, uma cyber shot.

Após sair da assessoria da Unorp, em 2007, montei um jornal em Neves Paulista, o Jornal Compacto (www.jornalcompacto.com), que edito até hoje. Dai pra frente voltei a me aprofundar na fotografia, pois no jornal faço tudo sozinho e há pautas de diferentes seguimentos – política, saúde, esportes, policial, dia-a-dia e até social. Desde o fundamento do jornal adquiri uma máquina digital Kodak Z1012, com opção de fotografar com funções manuais e de alta velocidade. Veja algumas fotos publicadas no jornal e algumas clicadas por hobby.

Uma das primeiras fotos que fiz de futebol – Foto de capa de uma das edições do Jornal Compacto

Fotojornalismo para Jornal Compacto

Casal de araras fotografadas em uma fazenda em Cabreúva/SP

Flor de um tipo de cacto que só floresce a noite – Neves Paulista/SP

Molhei uma roseira do jardim de casa e consegui algumas belas imagens

No começo deste ano (2012) comprei minha primeira câmera DSLR, ou seja, profissional com lentes intercambiáveis, uma a Canon 7D, com lente 18-135mm e flash Canon Speedlite 580EX II. Desde então voltei a estudar ainda mais a arte da fotografia e consegui alguns resultados legais. Confiram:

Pôr do sol na zona rural de Neves Paulista/SP

Gaviões procuram comida em terra tombada na zona rural de Neves Paulista/SP

Pôr do sol na zona rural de Neves Paulista/SP

Cerca viva de uma fazenda em Neves Paulista/SP

Espero que tenha gostado.

Navegando pela rede encontrei um vídeo muito legal do processo de criação de uma estampa feito pelo Estúdio Blanka.

Cada ilustrador tem um processo criativo. Neste vídeo vemos o processo manual, o trabalho com nanquim e a ilustração de Fabio Sestrem Goulart e Diogo Hornburg em um estúdio de moda e design.

Assista.

O resultado final.

Na camiseta.

O termo Ilusão de ótica aplica-se a todas ilusões que “enganam” o sistema visual humano fazendo-nos ver qualquer coisa que não está presente ou fazendo-nos vê-la de um modo erróneo. Algumas são de carácter fisiológico, outras de carácter cognitivo.

As ilusões de óptica podem surgir naturalmente ou serem criadas por astúcias visuais específicas que demonstram certas hipóteses sobre o funcionamento do sistema visual humano. Imagens que causam ilusão de óptica são largamente utilizados nas artes, por exemplo nas obras gráficas de M. C. Escher.

Esquema de uma queda d’água de Escher

Uma ilusão de luminosidade

 

A ilusão do tabuleiro de damas

A ilusão do tabuleiro de damas: o quadrado A é tão escuro quanto o quadrado B, embora não pareça

A luminosidade é uma variável subjetiva que não corresponde de um modo preciso a uma quantidade física. É uma estimativa da refletância real dos objetos (a proporção de luz incidente que é refletida por uma superfície), feita pelo sistema visual.

Note que vemos o quadrado A como sendo mais escuro do que o quadrado B. No entanto, como se vê pela figura da direita, em que simplesmente se adicionou duas barras com a mesma cor de A, ambos têm exatamente a mesma cor – têm a mesma luminância (a quantidade de luz visível que chega ao olho vindo da superfície é a mesma).

O que se passa é que o sistema visual não se limita a medir a quantidade de luz que chega ao olho, que é influenciada pelas sombras. Parece ter em conta o contraste local e saber que as mudanças de luz na transição entre superfícies de cores diferentes são geralmente mais abruptas do que as causadas por sombras. O sistema visual «sabiamente» usa apenas a informação sobre as transições mais abruptas para construir a imagem de refletância. E por isso estima a cor dos objetos sem se deixar enganar pelas sombras de um objeto visível.

É uma «ilusão» que mostra o sucesso do sistema visual. Não é um bom medidor de luz, mas esse não é o seu propósito: se o sistema visual se baseasse apenas na luminância, não distinguiríamos uma superfície branca mal iluminada de uma superfície negra muito iluminada. A capacidade que o sistema tem para o fazer é aquilo a que se chama a «constância da luminosidade». O cérebro manda mensagem para o globo o ocular, assim dando para ver as impossíveis imagens de visão de óptica.

No site http://buratto.org/otica/Indice.htm encontramos um coleção de curiosos desenhos que consegue fascinar, divertir e intrigar, deixando a confiança cega em nossos olhos um pouco abalada.

Nesta página as ilusões de óticas estão divididas por categorias:

Geométricos

Imagens Duplas

Impossíveis

Escadas

Curiosos

Imagens Ocultas

Uma explicação possível das muitas ilusões ópticas

A explicação possível das ilusões óticas é debatida extensamente. No entanto, os resultados da investigação mais recente indicam que as ilusões emergem simplesmente da assinatura do modo estatístico e empírico como todos os dados perceptivos visuais são gerados.

Ilusão de ótica muitas vezes conhecida como Teia de Aranha

Os circuitos neuronais do nosso sistema visual evoluem, por aprendizagem neuronal, para um sistema que faz interpretações muito eficientes das cenas 3D usuais, com base na emergência no nosso cérebro de modelos simplificados que tornam muito rápida e eficiente essa interpretação, mas causam muitas ilusões ópticas em situações fora do comum. Como uma imagem em diferentes diâmetros.

A nossa percepção do mundo é em grande parte autoproduzida. Os estímulos visuais não são estáveis: por exemplo, os comprimentos de onda da luz refletida pelas superfícies mudam com as alterações na iluminação. Contudo o cérebro atribui-lhes uma cor constante. Uma mão a gesticular produz uma imagem sempre diferente e, no entanto, o cérebro classifica-a consistentemente como uma mão. O tamanho da imagem de um objeto na retina varia com a sua distância, mas o cérebro consegue perceber qual é o seu «verdadeiro» tamanho. A tarefa do cérebro é extrair as características constantes e invariantes dos objetos a partir da enorme inundação de informação sempre mutável que recebe. O cérebro pode também deduzir a distância relativa entre dois objetos quando há sobreposição, interposição ou oclusão. E pode deduzir a forma de um objeto a partir das sombras. O que implica uma aprendizagem da perspectiva linear. No entanto, existem vários tipos de ilusões de distância e profundidade que surgem quando esses mecanismos de dedução inconsciente resultam em deduções errónea.

A imagem da retina é a fonte principal de dados que dirige a visão, mas o que nós vemos é uma representação “virtual” 3D da cena em frente a nós. Não vemos uma imagem física do mundo, vemos objetos. E o mundo físico em si não está separado em objetos. Vemos o mundo de acordo com a maneira como o nosso cérebro o organiza. O processo de ver é um de «completar» o que está em frente a nós com aquilo que o nosso cérebro julga estar a ver. O que vemos não é a imagem na nossa retina – é uma imagem tridimensional criada no cérebro, com base na informação sobre as características que encontramos, mas também com base nas nossas «opiniões» sobre o que estamos a ver.

O que vemos é sempre, em certa medida, uma ilusão. A nossa imagem mental do mundo só vagamente tem por base a realidade. Porque a visão é um processo em que a informação que vem dos nossos olhos converge com a que vem das nossas memórias. Os nomes, as cores, as formas usuais e a outra informação sobre as coisas que nós vemos surgem instantaneamente nos nossos circuitos neuronais e influenciam a representação da cena. As propriedades percebidas dos objetos, tais como o brilho, tamanho angular, e cor, são “determinadas” inconscientemente e não são propriedades físicas reais. As ilusões surgem quando os “julgamentos” implícitos na análise inconsciente da cena entram em conflito com a análise consciente e raciocinada sobre ela.

A interpretação do que vemos no mundo exterior é uma tarefa muito complexa. Já se descobriram mais de 30 áreas diferentes no cérebro usadas para o processamento da visão. Umas parecem corresponder ao movimento, outras à cor, outras à profundidade (distância) e mesmo à direção de um contorno. E o nosso sistema visual e o nosso cérebro tornam as coisas mais simples do que aquilo que elas são na realidade. E é essa simplificação, que nos permite uma apreensão mais rápida (ainda que imperfeita) da «realidade exterior», que dá origem às ilusões de óptica.

Fontes:

 http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilus%C3%A3o_de_%C3%B3ptica

http://buratto.org/otica/

Charge é um estilo de ilustração que tem por finalidade satirizar, por meio de uma caricatura, algum acontecimento atual com um ou mais personagens envolvidos. A palavra é de origem francesa e significa carga, ou seja, exagera traços do caráter de alguém ou de algo para torná-lo burlesco. Muito utilizadas em críticas políticas no Brasil.

Charge de Ique, referindo aos problemas que a Presidenta Dilma tinha no Ministério da Agricultura

Mais do que um simples desenho, a charge é uma crítica político-social onde o artista expressa graficamente sua visão sobre determinadas situações cotidianas através do humor e da sátira. Para entender uma charge, não é preciso ser necessariamente uma pessoa culta, basta estar por dentro do que acontece ao seu redor. A charge tem um alcance maior do que um editorial, por exemplo, por isso a charge, como desenho crítico, é temida pelos poderosos. Não é à toa que quando se estabelece censura em algum país, a charge é o primeiro alvo dos censores infra.

Charge de Cau Gomes, retratando a situação do Sistema Único de Saúde (SUS) e dos planos de saúde

O termo charge vem do francês charger que significa carga, exagero ou, até mesmo ataque violento (carga de cavalaria). Isto significa aqui uma representação pictográfica de caráter, como diz no primeiro parágrafo, burlesco e de caricaturas. É um cartum que satiriza um certo fato, como ideia, acontecimento, situação ou pessoa, envolvendo principalmente casos de caráter político que seja de conhecimento do público.

Charge de Angeli, retratando o principal tema das charges: os políticos e a política

As charges foram criadas no princípio do século XIX (dezenove), por pessoas opostas a governos ou críticos políticos que queriam se expressar de forma jamais apresentada, inusitada. Foram reprimidos por governos (principalmente impérios), porém ganharam grande popularidade, fato que acarretou sua existência até os tempos de hoje.


Principais chargistas brasileiros

Entre os principais chargistas e ilustradores do Brasil destaco: Amorim, Angeli, Aroeira, Artur de Carvalho, Cau Gomes, Chico Caruso, Dálcio Machado, Girotto, Glauco, Henfil, Jaguar, Laércio, Laerte, Luis Fernando Verissimo, Lute, Mário Vale, Maurício de Sousa, Maurício Ricardo, Millôr Fernandes, Rodrigo Rosa, Victor Henrique Woitschach (Ique), Ziraldo.

Charges de Dálcio Machado

Na nossa região de São José do Rio Preto, o principal chargista é Lézio Júnior do jornal Diário da Região. Lézio Júnior chegou a nível de reconhecimento nacional, pois suas charges ilustram as principais páginas dos veículos de comunicação impresso do Brasil, como o jornal Folha de São Paulo e as revistas Playboy e Rolling Stones.

Lézio Júnior com suas ilustrações

Charge de Lézio Júnior publicada no jornal Folha de São Paulo

 

Segue alguns dos sites dos principais chargistas e ilustradores brasileiros:

http://www2.uol.com.br/angeli/

http://www.arturdecarvalho.com.br/

http://www.caugomez.blogspot.com.br/

http://dalciomachado.blogspot.com.br/

http://www2.uol.com.br/glauco/

http://chargeseilustracoes.blogspot.com.br/

http://www2.uol.com.br/laerte/

http://www.ique.com.br/

http://www.ziraldo.com/

 

Conheça mais charges de Lézio Júnior. Acesse:

http://lezio.junior.zip.net/

 

Fonte:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Charge

 

 

 

O design gráfico Nick Meeuws’s, de Eindhoven na Holanda, criou uma savana de papel. Um projeto pequeno no tamanho, mas gigantesco na elaboração, que levou meses para ser finalizado.

Tudo começou com a vontade de fazer objetos com três dimensões através de camadas de papel, assim nasceu o primeiro elefante 3D de papel.

Mas um elefante sozinho, nada mais é que um elefante, então o projeto foi expandido, e criou-se um habitat de papel, a Savana. A savana de papel possui árvores, um macaco e todos elementos que caracterizam esse habitat natural.

Confira as fotos do projeto.

Para saber mais sobre design gráfico Nick Meeuws’s acesse o portal a baixo e veja outros projetos e trabalhos do holandês:

http://www.nickmeeuws.nl/37047/home

Fonte:

http://www.nickmeeuws.nl

http://www.odiario.com/blogs/publistorm

Aloísio Magalhães é considerado um dos pioneiros na introdução do design moderno no Brasil, tendo ajudado a fundar a primeira escola superior de design neste país, a Escola Superior de Desenho Industrial do Rio de Janeiro (ESDI). É normalmente considerado pela crítica um dos mais importantes designers gráficos brasileiros do século XX.
Aloísio Magalhães nasceu no dia 5 de novembro de 1927 em Recife, Pernambuco. Formou-se em direito na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em 1950, época em que participou como cenógrafo e figurinista no Teatro do Estudante de Pernambuco.
Fundou a oficina O Gráfico Amador na década de 50 com mais três amigos para possibilitar a publicação de textos do grupo já que o mercado editorial da época não trabalhava com trabalhos experimentais. Foi lá que Magalhães iniciou sua vida de designer. A oficina teve uma influência significativa sobre o design brasileiro por causa de suas experiências tipográficas.
Graças ao O Gráfico Amador, Magalhães conheceu Ariano Suassuna (amigo da oficina) que por sua vez convidou o designer a fazer a capa do livro Ode.

Capa e contracapa do livro Ode, de Ariano Suassuna, criada por Aloísio Magalhães

Com bolsa do governo francês, estudou museologia em Paris, entre 1951 e 1953, também frequentou o Atelier 17, um centro de divulgação de técnicas de gravura, onde foi aluno do gravador Stanley William Hayter.

Recebeu outra bolsa de estudos em 1956, desta vez pelo governo americano para ir aos Estados Unidos e se dedicar às artes gráficas e à programação visual. Foi lá onde publicou os livros “Doorway to Portuguese” e “Doorway to Brasília” e lecionou na escola de arte do museu de Philadelphia.

Além de designer, foi artista plástico e secretário geral do Ministério da Educação e da Cultura (MEC). Foi diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e esteve sempre ligado a questões próprias da cultura brasileira. Fundou em 1960 o escritório M+N+P (Magalhães, Noronha e Pontual) em conjunto com Luiz Fernando Noronha e Artur Lício Pontual, posteriormente se transformando na atual PVDI – Programação Visual Desenho Industrial.
Ao lado dos novos sócios Joaquim Redig e Rafael Rodrigues, projetou a identidade visual da Petrobrás, do IV Centenário do Rio de Janeiro em 1964 (seu primeiro trabalho de grande repercussão público) e no ano seguinte, desenhou o símbolo para a Fundação Bienal de São Paulo. Foi também em 1965 que Magalhães criou o primeiro logo da TV Globo, uma estrela de quatro pontas.

Logos criados por Aloísio Magalhães

Ele também foi responsável pelo projeto gráfico das notas do Cruzeiro Novo (adotada no país a partir de 1966). Em 1975, fundou o Centro Nacional de Referência Cultural e, em 1979, foi nomeado diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan. No ano seguinte, tornou-se presidente da Fundação Nacional Pró-Memória, quando inicia campanha pela preservação do patrimônio histórico brasileiro.

Cédula do Cruzeiro Novo e logo da Light

Aloísio Magalhães faleceu no dia 13 de junho de 1982 em Pádua, Itália. Em sua homenagem, a Galeria Metropolitana de Arte do Recife passa a denominar-se Galeria Metropolitana de Arte Aloísio Magalhães, em 1982. Em 1997, o nome da instituição é alterado para Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – MAMAM. Conheçam o site do Mamam. Acesse http://www.mamam.art.br

No ano de 1998, o então Presidente da República Fernando Henrique Cardoso assinou um decreto instituindo o aniversário de Aloísio Magalhães – dia 5 de novembro – o dia nacional do designer.
Considerado um dos pioneiros do design moderno no Brasil, Aloísio Magalhães deixou um legado de trabalhos e é uma referência obrigatória aos estudantes brasileiros de design.

Felipe Taborda e João de Souza Leite escreveram o livro “A Herança do Olhar: o Design de Aloisio Magalhães”.

Capa do livro “A Herança do Olhar: o Design de Aloisio Magalhães”

O livro documenta e revela a trajetória de Aloisio Magalhães nas múltiplas atividades que o transformaram em referência e paradigma tanto para o desenho industrial brasileiro, como para a formulação de políticas culturais.

Video:
http://www.youtube.com/watch?v=-2EXaKGrbeY&feature=player_detailpage

Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Alo%C3%ADsio_Magalh%C3%A3es

http://design.blog.br/design-grafico/perfil-aloisio-magalhaes

http://www.gruposal.com.br/site/?tag=aloisio-magalhaes&cat=12

O fotógrafo Abelardo Morell é conhecido na comunidade fotográfica pelas imagens criadas através de Câmara Obscura. Ele nasceu em Havana, em Cuba, em 1948, mas fugiu com sua família de Cuba, em 1962, para Nova York. Hoje, Morell é radicado em Boston.

Abelardo Morell - Foto: Gilberto Tadday

As fotos de Morell com a Câmara Obscura foi inspirada depois de demonstrar o princípio da câmara obscura aos seus alunos da universidade onde lecionava.

A fotografia mais conhecida de Morell, Light Bulb (Lâmpada) de 1991, ilustra o enigma da fotografia de modo tão simples que induz a ironia. Uma lâmpada em frente de uma lente que brilha intensamente; a lente é fixada com fita adesiva a uma caixa de papelão que serve de câmara; uma imagem invertida da lâmpada aparece na parte de trás da caixa, onde esperaríamos encontrar o filme.

Light Bulb

Morell recriou o mais primitivo e simples método fotográfico, a câmara obscura, para realizar belíssimas obras de arte. Em hotéis espalhados por pontos turísticos de todo o mundo, Abelardo elimina qualquer entrada de luz. Depois de deixar o cômodo completamente isolado, ele faz um pequeno orifício na parede para que apenas um “fio” de luz entre. O resultado é a formação de uma imagem invertida de acordo com paisagem externa, materializada na parede. É algo surreal e impressionante, apesar de se basear em um fenômeno facilmente explicado pela física.

Manhattan view looking south in large room. Manhattan - 1996

The Brooklyn Bridge in Bedroom. Brooklyn - 1999

Boston's Old Custom House in Hotel Room. Boston - 1999

The Eiffel Tower in the Hotel Frantour. Paris, France - 1999

Para obter as fotografias, ele realizava o processo acima descrito e posicionava sua câmera, deixando-a em longa exposição por cerca de três a cinco horas. Ao longo dos anos, sua técnica foi aprimorada, permitindo que a imagem pudesse também ser formada no chão para explorar texturas. A imagem invertida foi corrigida com auxilio de um prisma e os filmes foram trocados por sensores digitais.

Vista de Florença, 2009

Brooklyn Bridge, 2009

Morell foi premiado com o Cintas Foundation Fellowship, em 1992, da John Simon Guggenheim Memorial Foundation Fellowship em 1993, da New England Fundação para a Sociedade de Artes, em 1994, do St Botolph Club Award Foundation, em 1995, do Museu De Cordova Rappaport Prize, em 2006, da Alturas Foundation Grant, em 2009 e da International Center of Photography Award Infinito, em 20111.

Um documentário sobre elementos da vida e obra de Morell, Sombra da Casa, foi lançado em 2007. Confira o site do filme, onde é possível ver o trailer:

http://shadowofthehouse.com/index.html

Entrevista cedida para a revista PicturaPixel:

http://www.picturapixel.com/arquivos/edicao1/fotografo_morell.html

Acesse o link e veja a entrevista em vídeos:

http://www.picturapixel.com/arquivos/edicao1/videos.html

Outra entrevista do fotógrafo pode ser acompanhada neste link:

http://www.forumfoto.org.br/pt/2010/09/abelardo-morell-2/

Mais fotografias de Morell podem ser vistas em:

http://www.edelmangallery.com/morell.htm

Fontes:

http://www.abelardomorell.net

http://www.picturapixel.com/arquivos/edicao1/fotografo_morell.html

http://en.wikipedia.org/wiki/Abelardo_Morell

http://ericatarina.wordpress.com/tag/abelardo-morell/

Na segunda-feira, dia 9 de abril, o Google transformou o doogle em uma série de imagens de cavalo para homenagear o 182º aniversário de nascimento do fotógrafo inglês Eadweard J. Muybridge.

Confira no vídeo abaixo a demonstração do Doodle especial em movimento junto com a história do fotógrafo Eadweard Muybridge

Muybridge ficou conhecido pelos experimentos com o uso de múltiplas câmeras para captar o movimento, além de ser o inventor do zoopraxiscópio, um dispositivo para projetar os retratos de movimento – o primeiro projetor de filmes, que seria o precursor da película de celuloide.

Eadweard J. Muybridge nasceu no dia 9 de abril de 1830, em Kingston, na Inglaterra. Antes de ser fotógrafo, ele trabalhou no setor editorial. Em 1867, o inglês ficou rapidamente bem sucedido na profissão de fotógrafo, concentrando-se em paisagens e assuntos arquitetônicos. Destaques para as fotos do Yosemite National Park e de São Francisco, Califórnia, que mostravam a particularidade do oeste. Um de seus tantos trabalhos foi fotografar as expedições do exército dos Estados Unidos ao Alaska.

 

Stanford e a questão do galope

Em 1872, o ex-governador da Califórnia Leland Stanford, homem de negócios e apreciador de corridas de cavalo, tomou uma posição popularmente debatida: afirmou que todos os quatro cascos de um cavalo deixavam a terra ao mesmo tempo durante o galope. Stanford tomou esse partido e decidiu provar cientificamente sua afirmação, procurando Muybridge e o empregando para resolver essa questão.

Para provar a afirmação de Stanford, Muybridge desenvolveu um esquema para a captação instantânea de imagens. Seu trabalho envolveu fórmulas químicas para o processamento fotográfico e um disparador elétrico criado por John D. Isaacs. É importante colocar a colaboração de Muybridge e John D. Isaacs, que conseguiu realizar o projeto do disparador fora de cada câmera, há muito tempo imaginado por Muybridge.

Em 1877, Muybridge resolveu a questão de Stanford com uma única foto do cavalo de corrida Occident (de propriedade de Stanford), “voando” em meio ao galope.

No ano de 1878, com o patrocínio de Stanford para expandir o experimento, Muybridge fotografou com sucesso o galope de um cavalo quadro a quadro, usando uma série de 24 câmeras. A primeira experiência com sucesso ocorreu em 11 de junho, com a imprensa presente. Muybridge utilizou uma série de 12 câmeras estereoscópicas a uma distância de 21 polegadas umas das outras para cobrir os 20 pés tomados por um passo do cavalo, tomando retratos em um milésimo de um segundo.

Essa série de fotos, tiradas onde hoje é a Universidade de Stanford, foram chamadas The Horse in Motion, e mostra e que todos os cascos ficam fora da terra – embora não com as patas completamente estendidas, como os ilustradores contemporâneos tenderam a imaginar, mas um pouco dobradas sob o cavalo, “puxando” as patas dianteiras e “empurrando” as traseiras.

O relacionamento entre Muybridge e Stanford teve ruptura em 1882, quando Stanford publicou ‘The Horse in Motion as Shown by Instantaneous Photography’, no qual omite fotografias reais de Muybridge, confiando nos desenhos e nas gravuras baseadas nas fotografias, além de dar escassos créditos a Muybridge pelo seu trabalho.

Outra sequencia de fotos que se transformaram em vídeo é a de um bisão americano (búfalo) galopando.

Zoopraxiscópio

Esperando capitalizar em cima da atenção do público aos seus retratos, Muybridge inventou o Zoopraxiscópio, uma máquina similar ao Zootrópio, mas onde as imagens possuíam um movimento realístico. O sistema foi o precursor do desenvolvimento da película de filme e suas apresentações foram aclamadas pelas audiência do público e dos cientistas.

Mulher descendo as escadas

Na World’s Columbian Exposition, no ano de 1893 Chicago, Muybridge deu uma série de palestras sobre locomoção animal no salão Zoopraxográfico, construído especialmente para essa finalidade. Usou seu zoopraxiscópio para mostrar seus retratos movimentados a um público pagante, que fez com que o salão fosse considerado o primeiro cinema comercial.

Na Universidade da Pennsylvania e no zoológico local, Muybridge usou uma série de câmeras para fotografar povos e animais e estudar seu movimento. Os modelos, ou inteiramente nus ou com roupa muito pequenas, foram fotografados em uma variedade de empreendimentos, variando do encaixotamento, ao passeio abaixo das escadas. Entre 1883 e 1886 ele fez um total de 100.000 imagens, trabalhando sob os auspícios da Universidade do Pensilvânia. Foram publicados como 781 placas que compreendem 20.000 das fotografias em uma coleção intitulada Animal Locomotion. Muybridge trabalhou lado a lado com o início da ciência da biomecânica e da mecânica dos atletas.

Um casal em movimento

Recentemente tem-se agregado a influência de Étienne Jules de Marey no trabalho de Muybridge. Muybridge visitou o estúdio de Marey na França e viu estudos de “stop-motion” de Marey antes de retornar aos Estados Unidos, para promover seu próprio trabalho na mesma área. Entretanto, visto que as realizações científicas de Marey nos reinos da cardiologia e da aerodinâmica (assim como a abertura de caminhos do trabalho na fotografia e na cronofotografia) são indisputáveis, os esforços de Muybridge eram a algum grau mais artísticos do que científicos. O próprio Muybridge explicou, em algumas de suas sequências publicadas, que substituiu as imagens onde as exposições não ilustravam um movimento representativo.

Morte

Eadweard Muybridge retornou a Inglaterra em 1894, publicou dois livros e faleceu em 8 de maio de 1904. Foi cremado e suas cinzas enterradas em Woking.

Legado

Muitas de suas sequências fotográficas foram publicadas em 1980 sob o título Studies of Animal Locomotion. O vídeo do single de Larry Gowan’s, “(You’re A) Strange Animal”, foi uma animação proeminentemente feita no rotoscópio, outro trabalho de Muybridge. Em 1993 o U2 fez um vídeo para a música “Lemon”, um tributo as técnicas de Muybridge. Em 2004, a banda de música eletrônica The Crystal Method fez um vídeo para a música “Born Too Slow”, também baseado no trabalho de Muybridge.

Um documentário sobre sua vida e trabalho intitulado Eadweard Muybridge, Zoopraxographer foi produzido em 1974 por Thom Andersen.

O compositor Philip Glass compôs em 1982 a ópera The Photographer, baseada na história do assassinato do amante da esposa de Muybridge.

Kingston University, em Londres, tem um prédio nomeado em reconhecimento ao seu trabalho como um dos mais importantes fotógrafos britânicos.

Clipe da música Lemon, do U2 em tributo as técnicas de Eadweard Muybridge

Fonte:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Eadweard_Muybridge

http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5708691-EI12884,00-Google+doodle+vira+cavalo+para+homenagear+fotografo+ingles.html

http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/04/eadweard-muybridge-e-homenageado-por-doodle-interativo-do-google.html

No dia do jornalista, dia 7 de abril, venho compartilhar uma área apaixonante desta profissão. O FOTOJORNALISMO.

O fotojornalismo é um ramo da fotografia onde a informação clara e objetiva, através da imagem fotográfica, é imprescindível. Também pode ser considerado uma especialização do Jornalismo.Através do fotojornalismo, a fotografia pode exibir toda a sua capacidade de transmitir informações. Essas informações são transmitidas pelo enquadramento escolhido pelo fotógrafo diante do fato. Nas comunicações impressas, como jornais e revistas, bem como pelos portais na internet, o endosso da informação através da fotografia é uma constante.

 

Algumas fotos ficaram famosas por retratar exatamente o que é significa o fotojornalismo.Uma imagem vale mesmo bem mais do que mil palavras e as fotos a seguir comprovam isso:

Menina recusa cumprimentar João Figueiredo

Uma menina de cinco anos virou símbolo da insatisfação com o regime militar (1964-1985) após ser fotografada rejeitando o cumprimento do então presidente João Figueiredo (1979-1985). O registro foi feito em 1979 pelo fotógrafo Guinaldo Nicolaevsky durante uma cerimônia no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte. Na foto, a garota Rachel Clemens aparece de braços cruzados enquanto o ex-presidente tenta cumprimentá-la com um aperto de mão.

 

O homem tanque

Também chamada de “O rebelde desconhecido”, a foto foi tirada ao final da Guerra Fria, em 5 de junho de 1989, na Praça da Paz Celestial (Tiananmen) – localizada na China. O jovem estudante, segurando sacolas de compras, colocou-se na frente de uma fileira de tanques de guerra para impedir seu avanço. A foto foi tirada por Jeff Widener, e na mesma noite foi capa de centenas de jornais, noticiários e revistas de todo mundo.

 

Criança e urubu

Uma menina desnutrida e sem forças arrasta-se para uma base da ONU, a qual fornecia alimentos. Um urubu espreita atrás dela, como se esperasse sua morte. Tirada por Kevin Carter, em 1993, no Sudão, a foto chocou o mundo. Kevin foi muito criticado por ter partido após tirar a foto e espantar o urubu – sem saber o que houve com a criança. Ele ganhou o Prêmio Pulitzer no ano seguinte e cometeu suicídio meses depois, em virtude da depressão que desenvolvera.

 

Monge em chamas

Tirada em 11 de junho de 1963, a fotografia de Malcolm Browne retrata o monge budista Thich Quang Duc, que ateou fogo em seu próprio corpo e queimou, imóvel e silencioso, até a morte, em uma rua de Saigon. Ele protestava contra a opressão do Budismo no Vietnã.

 

O beijo na Times Square

Tirada em 14 de agosto de 1945, por Alfred Eisenstaedt, a foto do beijo entre um marinheiro e uma enfermeira não é ícone de romantismo. O fim da Segunda Guerra Mundial acabara de ser anunciado, e o marinheiro (anos mais tarde identificado como Glenn McDuffie) num momento de euforia, viu a enfermeira (Edith Shain) correu até ela e a beijou – ambos jamais trocaram uma palavra. A imagem se tornou símbolo da alegria que o fim da Guerra trouxe. Este ano, na mesma data em que a foto foi tirada, vários casais se reuniram na esquina da rua 44 com Broadway (local onde a foto foi feita), na base da estátua colorida de oito metros que representa o casal, para um “grande beijo”, em comemoração aos 65 anos do fim da Guerra.

 

O homem caindo

A fotografia foi tirada por Richard Drew, durante o atentado ao World Trade Center, em 11 de setembro de 2001. Na imagem, vê-se um homem que se atirara da Torre Norte.

 

Os perigos da profissão

 

Para conseguir retratos de grandes impactos os profissionais do fotojornalismo muitas vezes se arriscam, principalmente os que cobrem guerras ou ações policiais. Exemplo de fotojornalistas que enfrentam o perigo é o fotógrafo de guerra James Nachtwey. O documentário War Photographer mostra o trabalho dele e uma das fotos mais impactantes da história é a capa do documentário. Na foto, fotógrafos aparecem deitado no chão durante uma batalha, para registrar o momento.

 

Outro exemplo dos perigos da profissão segue no vídeo que foi divulgado recentemente, mas aconteceu em 2007, durante a guerra no Iraque. Soldados americanos a bordo de um helicóptero avistam pessoas que julgam estarem armadas. Em conversa por rádio, os soldando praticamente imploraram permissão para atirar. Quando esta lhe é dada, os soldados comemoram por terem causado mais matança. Posteriormente, com a divulgação do vídeo, fica claro que as pessoas não eram terroristas. Era, na verdade, o fotógrafo da agência Reuters, portando uma teleobjetiva.

 

 

Apesar de todos os riscos, é uma carreira apaixonante, cheia de aventuras, emoções, assim como o duro impacto da realidade no cotidiano profissional, algo muitas vezes emocionalmente estressante, inclusive em casos mais fortes, como o do fotógrafo Kevin Carter que por desespero e culpa suicidou-se.

 

Para os apaixonados por foto espiem esse site e divirtam-se:

http://olhares.uol.com.br/fotojornalismo/

 

Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotojornalismo

http://jornalismojunior.blogspot.com.br/2010/09/fotojornlismo-grandes-momentos-da.html

http://kaduninjaplace.blogspot.com.br/

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-menina-que-se-recusou-a-cumprimentar-figueiredo

Emeric Trahand, mais conhecido como Takeshi

O ilustrador Emeric Trahand, mais conhecido como Takeshi, é um diretor de arte de Saint-Etienne, França, que hoje mora e trabalha em Nova York. Ele é especialista em montagens e manipulações fotográficas. O trabalho ilustrativo Takeshi é reconhecido por sua sensação surreal, a qualidade das suas fotomontagens, assim como os tratamentos de luz e composições coloridas.

Takeshi começou como ilustrador freelancer em 2006 na França. E mesmo tendo uma carreira curta, ele tem um grande e diversificado leque de clientes internacionais, como Ubi Soft, Emi Music, Adidas, Nike, Cacharel, Grimbergen, Toyota, Swatch, Chase Bank, Bank of America, ASICS, Subway, Aquafresh, Lays, Radio Shack, Spike TV, VH1, Asher Roth, TBWA Helsínquia, Cuervo, GrandPrix de Montreal, Inglês National Opera, Société Générale, Maaf Seguros, Groupama Seguros, Ventury Paris, Cacharel, e a Sony BMG.

O trabalho dele tem sido destaque em inúmeras publicações sobre ilustração, como Taschen: Illustration Now, Computer Arts: Book of Inspiration. Emeric também é um colaborador regular de revistas internacionais sobre ilustração digital como Computer Arts e Photoshop Avançado.

Confira um pouco do trabalho dele.

Fonte: http://cargocollective.com/stillontherun

Nascido em 25 de maio de 1964 em Dourados, Mato Grosso do Sul e radicado em Neves Paulista, Romildo Cardozo é, sem dúvidas, o principal escultor da região noroeste do estado de São Paulo e um dos mais importantes artistas do Brasil.

Mido, como é conhecido na pequena cidade que fica a 469 quilômetros da capital São Paulo, é casado com Gislaine Cardozo e têm dois filhos, Leonardo e Izadora. O artista tem em seu forte as esculturas, os monumentos e painéis feitos em bronze, concreto, metal, alumínio, aço carbono e mármore, que o tem projetado há alguns anos fora do Brasil, e também pinta telas abstratas.

Suas obras estão em acervos no Brasil, Alemanha, Itália, Portugal e Estados Unidos. No Brasil, algumas obras podem ser vistas em portais e praças de mais de 30 cidades, na maioria monumentos, criados a pedido das prefeituras.

Monumento “Trabalho e Fé”, que fica na entrada principal de Neves Paulista

Para o aniversário de Neves Paulista, em 1996, Mido criou o monumento “Trabalho e Fé”, onde fez referência direta à fundação do município, que aconteceu em 22 de maio de 1922. Romildo também trabalhou na restauração das sereias do Palácio das Águas, desgastadas pela ação do tempo. Ele fez uma releitura em cima do que já existia, mantendo a forma original, até porque as sereias são tombadas pelo patrimônio histórico. O artista revestiu as obras com pastilhas de vidrotil e transparente.

Romildo Cardozo durante restauração das sereias do Palácio das Águas, de São José do Rio Preto

Mido também é o autor da estátua de Monsenhor Angelo Angioni, que dá nome a uma praça em José Bonifácio; do monumento “Conciência”, de Santa Fé do Sul; do monumento da Praça da Bíblia, de Tietê; do “Monumento à bandeira”, de Monte Aprazível; da estátua e do painel do recém inaugurado portal de Jaci, entre outas obras que podem ser encontradas em muitas cidades da região de São José do Rio Preto e no ateliê do artista em Neves Paulista.

Estátua de Monsenhor Angelo Angioni, em José Bonifácio

Mido junto ao Monumento “Conciência”, de Santa Fé do Sul

Monumento “Conciência”, de Santa Fé do Sul, de frente e a noite

“Monumento à bandeira”, de Monte Aprazível

Mido também reproduziu fielmente uma das obras mais importantes da história da arte, o Discóbolo, de Miron. A obra foi encomendada por uma empresa de Auriflama.

Reprodução fiel do Discóbolo de Miron feita por Romildo Cardozo

Confira o vídeo da reprodução do Discóbolo.

http://www.youtube.com/watch?v=14xZDTCuVTc&feature=player_detailpage

Fonte: http://www.romildocardozo.blogspot.com.br/ e Diário da Região

Imagens: Divulgação/ Douglas Viscardi

Em 1980 a vodka sueca Absolut criou uma campanha publicitária colocando arte na garrafa para reposicionar a bebida no mercado norte americano. O mítico artista pop Andy Warhol foi um dos responsáveis por colocar a Absolut no mundo da arte. Depois dele, Keith Haring, criou sua obra inspirada na marca, começando assim o “Absolut Art” e tornando um dos principais ícones da Absolut, a garrafa mais simples transformada em obra de arte. Desde então foram muitos artistas, entre eles Damien Hirst, Louise Bourgeois e o brasileiro Romero Britto, além de eventos e campanhas misturando design, publicidade e arte.

Obra de Andy Warhol que criou o vínculo da Absolut com a arte

A Absolut também realizou o projeto no Brasil. Foram 12 artistas convidados para fazer a releitura da garrafa. Dessas, 10 versões dos artistas Nando Costa, Adhemas, Abiuro, Glauco Diogenes, Gui Borchert, Marconi, Nitrocorpz, Colletivo, Rubens Lp e Mooz foram apenas virtuais. 

Garrafas da Absolut do projeto Brasil

As outras duas versões, de autoria de Nelson Leirner e Daniel Senise, foram disponibilizadas ao mercado depois que foram expostas durante agosto e setembro de 2007 em São Paulo.

Obras de Nelson Leirner (esquerda) e Daniel Senise (direita) do projeto Absolut Brasil que foram comercializadas

O sucesso artístico das campanhas é tão grande que em 2003 a Absolut foi a primeira marca convidada como expositora oficial da Bienal de Veneza e eleita como uma das 10 melhores campanhas publicitárias do século 20 publicada na Advertising Age, sendo a única que não usou televisão.

Na última edição da campanha, realizada em 2010, 20 promissores artistas do mundo inteiro – entre eles, os brasileiros Eduardo Recife e Fernando Chamarelli – foram convidados a criar cartazes, anúncios, comerciais e peças interativas para mobile a partir do formato em branco da garrafa. Chamado de Absolut Blank as embalagens reais do projeto não foram produzidas para venda.

Obras de Eduardo Recife e Fernando Chamarelli para a Absolut Blank

 

Participaram do projeto os artistas Adhemas Batista, Aestethic Apparatus, Brett Amory, Dave Kinsey, David Bray, Eduardo Recife, Fernando Chamarelli, Good Wives & Warriors, Jeremy Fish, Ludovica Gioscia, Marcus Jansen, Mario Wagner, Morning Breath, Robert Mars, Sam Flores, Thomas Doyle, UVA e Zac Freeman.

Projeto Absolut Blank

Confiram os vídeos do processo de criação e produção do projeto Absolut Blank

Romero Britto é pintor, escultor e serígrafo brasileiro, considerado um ícone da cultura pop moderna. Britto produz pinturas a óleo com um traço quase infantil, explorando formas geométricas ou figuras de sua preferência, como corações ou animais, com cores vivíssimas. Faz sucesso justamente porque sua obra dá vida a qualquer espaço ou objeto, invocam o espírito de esperança e transmitem uma sensação de aconchego.

Romero Britto

Romero Britto

Britto começou pintando paredes e vendendo seus trabalhos na rua. Ficou mundialmente conhecido em 1989, quando criou três obras de arte para a vodka Absolut, que foram reproduzidas em campanha publicitária que circulou em mais de 60 veículos internacionais dos mais importantes do mundo.

Garrafa de vodka Absolut criada por Romero Britto que o tornou conhecido em todo o mundo

Hoje, Britto tem suas pinturas e esculturas presentes nos cinco continentes e em mais de 100 galerias no mundo. Já expôs nos principais museus do mundo, como o Louvre, em Paris, na França. Suas obras fazem parte das mais expressivas coleções, como as de Eillen Guggenheim, Ted Kennedy, Arnold Schwarzenegger, Madonna, Bill Clinton, Carlos Menem, Paloma Picasso, David Caruso, Pelé, André Agassi, Michael Jordan, Marta Stewart, família Safra e família de Roberto Marinho.

Romero Britto com a presidenta Dilma Rousseff

Romero Britto com a presidenta Dilma Rousseff

Britto também é um dos artistas favoritos para criação de peças publicitárias. Ele já produziu para marcas como Absolut, Disney, Movado, Pepsi, Evian, Microsoft, IBM, Apple, XBox e Audi. Além disso, sua obra vem sendo usada em embalagens, na moda e até em carros.

A arte de Romero Britto foi transferida para alguns carros

A arte de Romero Britto foi transferida para alguns carros

Romero Britto possui duas galerias, uma belíssima e moderna galeria projetada pelo arquiteto João Armentano, localizada na badalada Rua Oscar Freire, número 562, no coração dos Jardins, em São Paulo, e a outra localizada em Miami Beach, na famosa Lincoln Road.

Algumas obras de Romero Britto

Algumas obras de Romero Britto

Fontes:

http://www.britto.com.br/portu/romero.asp

http://pt.wikipedia.org/wiki/Romero_Britto

http://www.pitoresco.com/espelho/valeapena/romerobrito/romerobrito.htm (Revista “Época” nº 228, texto de Aida Veiga).

A visão é o sentido que mais rápido leva informação ao cérebro. Com isso, concluímos que as cores são elementos de estímulos imediatos. Como designers devemos saber o que cada cor significa e qual reação provoca nos observadores de nossos futuros trabalhos. Encontrei no site Teoria das Cores (http://www.teoriadascores.com.br/psicologia-das-cores.php) uma lista com os significados psicológicos das cores.

Segundo o site, “as cores influenciam o estado psicológico dos seres humanos de várias maneiras, e são mais ligadas à emoção. As pessoas se lembrarão mais facilmente das cores do que de formas”.

Confira a lista e seus significados psicológicos:

• Branco – purificador, perfeição, pureza, neutralidade, humildade, limpeza, claridade, frieza e esterilidade, pureza, inocência, reverência, paz, simplicidade, esterilidade, rendição, união;

• Preto – luto, elegância, solidez, poder, modernidade, sofisticação, formalidade, morte, medo, anonimato, raiva, mistério, azar;

• Cinza – elegância, humildade, respeito, reverência, sutileza;

• Amarelo – concentração, disciplina, comunicação, ativa o intelecto, positividade, boa sorte;

• Vermelho – paixão, entusiasmo, impacto, agressividade, força, energia, amor, liderança, masculinidade, perigo, fogo, raiva, revolução, “pare”;

• Rosa – Amor, carinho, suavidade, acolhimento, romantismo;

• Azul – harmonia, confidência, conservadorismo, austeridade, monotonia, dependência, tecnologia, liberdade, saúde, purificação, amabilidade, paciência, serenidade;

• Ciano – tranquilidade, paz, sossego, limpeza, frescor;

• Verde – esperança, cura, natureza, paz, natureza, primavera, fertilidade, juventude, desenvolvimento, riqueza, dinheiro, boa sorte, ciúmes, ganância, esperança;

• Lilás – influencia emoções e humores, intuição e espiritualidade;

• Roxo – velocidade, concentração, otimismo, alegria, felicidade, idealismo, riqueza (ouro), fraqueza, dinheiro;

• Magenta – luxúria, sofisticação, sensualidade, feminilidade, desejo;

• Violeta – espiritualidade, criatividade, realeza, sabedoria, resplandecência, dor;

• Laranja – equilíbrio, generosidade, entusiasmo, alegria, aconchegante, energia, criatividade, equilíbrio, entusiasmo, ludismo;

• Castanho – sólido, seguro, calmo, natureza, rústico, estabilidade, estagnação, peso, aspereza.

Para nós, futuros designs, as cores serão uma de nossas principais ferramentas de trabalho. O site Significado das Cores (http://www.significadodascores.com.br) traz os significados e as simbologias de algumas das cores mais usadas por artistas e designers no momento de suas criações.

Veja abaixo a lista das cores disponíveis no site e seus links:

Preto http://www.significadodascores.com.br/significado-do-preto.php

Branco http://www.significadodascores.com.br/significado-do-branco.php

Cinza http://www.significadodascores.com.br/significado-do-cinza.php

Prateado http://www.significadodascores.com.br/significado-do-cinza.php

Dourado http://www.significadodascores.com.br/significado-do-dourado.php

Bege http://www.significadodascores.com.br/significado-do-bege.php

Castanho http://www.significadodascores.com.br/significado-do-castanho.php

Marrom http://www.significadodascores.com.br/significado-do-marrom.php

Amarelo http://www.significadodascores.com.br/significado-do-amarelo.php

Verde http://www.significadodascores.com.br/significado-do-verde.php

Azul Claro http://www.significadodascores.com.br/significado-do-azul-claro.php

Azul http://www.significadodascores.com.br/significado-do-azul.php

Lilás http://www.significadodascores.com.br/significado-do-lilas.php

Anil http://www.significadodascores.com.br/significado-do-anil.php

Violeta http://www.significadodascores.com.br/significado-do-violeta.php

Roxo http://www.significadodascores.com.br/significado-do-roxo.php

Púrpura http://www.significadodascores.com.br/significado-do-purpura.php

Magenta http://www.significadodascores.com.br/significado-do-magenta.php

Rosa http://www.significadodascores.com.br/significado-do-rosa.php

Vermelho http://www.significadodascores.com.br/significado-do-vermelho.php

Laranja http://www.significadodascores.com.br/significado-do-laranja.php

Aproveitando a aula de hoje, onde falamos muito de ilusão, me lembrei das imagens magnificas que circulam pela rede de pinturas em 3D feitas nas ruas. Acredito que a maioria já viu essa arte, mas provavelmente ninguém sabe quem é o autor.

Essas obras são de um dos melhores pintores de rua em 3D, o alemão Edgar Müller. O alemão é muito conhecido graças a seus vídeos no YouTube. Confira os vídeos e conheça algumas obras de Müller e o processo de pintura.

Make off  “ice age” pintado no cais Dun Laoghaire, Irlanda de Edgar Mueller

FONTE: http://www.estimulanet.com/2009/03/incriveis-pinturas-em-3d-no-asfalto.html