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Antonio Clyton

Criação do britânico Alex Hull, a mesa Equus surgiu de um projeto de colaboração com a fabricante de móveis inglesa Linley. Com a ideia de explorar o encontro entre trabalho artesanal e inovação tecnológica, o designer reinterpretou o desenho de uma clássica escrivaninha, um dos produtos mais icônicos da Linley.

Já faz algum tempo que Alex Hull explora através de seu trabalho a relação entre a marcenaria tradicional, a tecnologia de ponta e o design com linhas orgânicas, culminando neste ano na formação de seu estúdio multidisciplinar. Para esse projeto ele desconstruiu as formas originais, chegando em um design aerodinâmico e futurista, que carrega inovação de um lado e tradição de outro.

A nova peça, Equus, é uma escrivaninha atualizada para o século 21. Sem gavetas ou distrações, a mesa oferece apoio e nada mais. O trabalho mistura em sua composição um design de superfície avançado com as artes tradicionais de trabalhar o couro manualmente, usadas tanto na encadernação de livros, como para produzir selas de montaria.

Mantendo as proporções da escrivaninha clássica da Linley, Alex criou uma forma similar, porém mais fina, feita de fibra de vidro e carbono. Na produção aproveitam-se recursos avançados de engenharia para alcançar formas complexas, antagônicas à simplicidade visual da peça. O acabamento à mão, com couro da melhor qualidade, dá o equilíbrio final, vestindo o móvel com um material que não só tem a sua própria história e alma, mas que se transforma e adquire marcas com o uso e o tempo.

Na próxima semana Alex Hull apresentará no evento “Pavilion of Art and Design – PAD”, em Londres, sua mais nova criação: o Split Sofa (acima). Representada pela Gallery Fumi, a peça tem estrutura em balanço, visualmente leve e com formas orgânicas. O design, que tem acabamento de couro por fora e camurça por dentro, é inspirado nas ondas do mar e na construção composta das pranchas de surf.

 

Fonte: http://talk.arkpad.com.br/design/alex-hull-moveis-com-acabamento-de-couro

fotos: Mark Reeves

O designer francês Mathieu Lehanneur transformou o coro da Igreja St Hilaire, na França. A nova plataforma, em mármore e alabastro, tem um design impecável, de formas orgânicas e visual impactante. Lehanneur optou por uma “massa mineral” que dialoga com seu entorno e ao mesmo tempo é facilmente distinguida como intervenção, uma vez que a Igreja é uma construção Romanesca que data dos séculos XII e XIII. Localizada em Melle, St Hilaire faz parte do Caminho de Santiago. O mármore branco (da Namíbia) foi usado para criar um bloco mineral homogêneo, formado por sucessivas camadas. Essa forma remete a um instrumento de representação topográfica: as curvas de nível. Orgânico, mineral e sublime, o design de Mathieu Lehanneur produziu um efeito incrível no interior da construção, pela riqueza de suas linhas curvas e materiais, pela textura lisa e pela grande reflexão de luz. A obra renova e ao mesmo tempo respeita a construção original, diluindo-se entre seus pilares. Segundo o designer, “usando a pureza do caos geológico para ressaltar a perfeição da geometria Romanesca”. O mobiliário religioso (altar e púlpito) foi executado em alabastro colorido, num tom próximo à cor original das paredes de pedra. O desenho respeitou símbolos e regras litúrgicas, como o batistério octavado.A escolha do terreno, na época em que essa Igreja foi construída, levou em consideração a energia telúrica emanada pelo solo. Não por acaso, Lehanneur decidiu reverenciar a geografia local. As camadas sobrepostas homenageiam a região do Vale Beronne, de formação sedimentar, no Oeste da França, distrito de Deux-Sèvres, onde Melle está inserida. O trabalho buscou enfatizar a convergência entre natureza e estrutura, reconectando a construção original a seu terreno. Detalhe sutil, o batistério ocupa um volume negativo “cavado” nas camadas de mármore, como se ali brotasse a água do rio que passa sob a Igreja. No Arkpad você encontra pedras naturais e mármores para revestimento de pisos e superfícies.

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Fonte: http://talk.arkpad.com.br/cityguide/mathieu-lehanneur-design-em-marmore


Projetado por Alex Choi, o Hangzhou Broadway Cinemas, ganhou sua forma através da inspiração nos rolos de filmes antigos, quando o cinema começava a ganhar fama e ascenção cultural.

No teto, as linhas curvilíneas direcionam o tráfego dos clientes para dentro do cinema. O tom predominantemente branco no lobby cria um espaço agradável que se complementa com os tons mais escuros da sala.

Fonte: http://www.designatento.com/arquitetura-e-interiores/interiores/hangzhou-broadway-cinemas.html

Não acredito que um visual desses possa fazer com que “harleiros” de carteirinha pulem de alegria com essa moto conceito da Harley-Davidson.

Desenhada pelo designer Miguel Couto, a moto tem um visual speed futurista. Talvez se fosse um conceito para a extinta Buel, eu até entenderia. Mas pensando em Harley, acredito que não passe do conceito mesmo.

Fonte: http://duasrodas.blog.br/2009/11/16/moto-conceito-harley-davidson/

Vimos alguns funky procurando, dispositivos eco-transporte cautelosos, mas o “Ozone” conceito leva o bolo. Ele seria executado inteiramente em células de combustível movidas a hidrogênio, porque como todos nós sabemos, a gasolina só não é cortar-lhe mais. A cabine do veículo é encerrado entre duas rodas gigantes que são controladas por dois motores eléctricos alimentados separados pelas células de combustível.

Espero que eles não projetar a cabine para rolar com as rodas, porque isso seria uma experiência estonteante. Controlado por um joystick como se você está em um ciclo de luz em Tron, o ozônio é o veículo definitivo futuro. Pode parecer um brinquedo de criança, mas tomar conhecimento: a porta deslizante de 360 ​​graus em seu próprio quadro. Isso é rad.

Fonte: http://vechicles-that-rocks.blogspot.com.br/2008/06/unique-rolling-hydrogen-car.html

Ele só chega ao mercado nacional em novembro, mas, de acordo com a Volkswagen, o Fusca será uma das principais novidades da marca no Salão do Automóvel de São Paulo, que acontece de 24 de outubro a 4 de novembro. Totalmente novo, o modelo será chamado no mercado nacional de Fusca, resgatando o nome de um dos modelos mais famosos da Volkswagen. O Fusca teve 21,5 milhões de unidades vendidas no mundo, das quais mais de 3 milhões no Brasil.

Fonte: http://www.diariomotors.com.br/noticia/218/o-fusca-esta-de-volta