arquivo

Ricardo Cruz

Olha que massa as pinturas deste aviões. O design das cores e dos desenhos ficaram legais.

Fonte: http://passandoaregua.com/avioes-com-pinturas-inusitadas

 

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

 

Anúncios

A pintura corporal era uma prática comum entre os índios nos séculos passados. Atualmente, a técnica ganha cada vez mais espaço além do período de carnaval, onde é popularmente conhecida e, com isso, aumenta o número de profissionais da área que se especializam para se tornaram experts no assunto.

Para buscar o dinamismo com seu público, as empresas investem no mercado publicitário que cria peças mais irreverente utilizando de novas ferramentas e linguagens para esta interação. Neste contexto, o body paint cresce nos cinemas, televisão, teatro, entre outros canais.

Especialização nunca é demais

Por ser uma modalidade bem direcionada, o maquiador que deseja iniciar nesta carreira deve investir em educação. “O body paint requer uma especialização em escolas que atuam neste segmento de criação, técnica e produção”, afirma Juliana Zanini maquiadora master da Catharine Hill.

E para quem já atua deve continuar antenado as novidades. O estudo nunca é demais! “Cursos extras sempre são bem vindos. Hoje em dia, é possível encontrar módulos extracurriculares como técnicas de maquiagem corporal, calorimetria, visagismo, produção e desenho”, detalha Juliana.

Fontes de inspiração

Os nomes mais renomados atualmente são fontes de inspiração para muitos que estão iniciando a jornada e até mesmo para aqueles que já estão no ramo. Confira os principais nomes:

– John Vargas, internacionalmente reconhecido realiza seu trabalho desde 1989. Entre seus principais projetos estão grandes revistas e filmes de Hollywood.

– Beto França, que atua fortemente em maquiagem artística desde 1991 com trabalhos na TV, feiras e eventos.

– Kim Joon acentua sua arte nos corpos femininos e masculinos agrupados e entrelaçados. Os desenhos que lembram tatuagem, o artista utiliza muitas cores para desenhar os padrões contínuos que confundem o olhar.

Fonte: http://beautyfair.com.br/maquiagem/noticia/1902.html

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

Pedro Gomes foi o vencedor português dos prémios internacionais Faces of Design 2012. Ao P3, o designer falou do prémio, da paixão pelo design e dos seus planos para o futuro.

Pedro Gomes juntou-se à lista dos designers portugueses distinguidos a nível internacional. O jovem, de 27 anos, concorreu ao prémio Faces of Design 2012 e ganhou, não só o prémio, que partilha com outros 23 designers de todo o mundo, mas também uma menção especial pelo seu trabalho, atribuída, também, a outros três candidatos.

Foi a primeira vez que concorreu. A razão pela qual o fez? “A cultura dos prémios de design tem vindo a crescer e dá aos designers uma maior visibilidade e credibilidade”, explicou. Para além disso, o formato “peculiar” destes prémios que “destacam designers emergentes a nível mundial, baseando-se no portfólio do designer e não num produto só, como a maioria dos prémios de design”, foi mais um aspecto que levou Pedro a concorrer.

O prémio final também é bastante apelativo. Os perfis profissionais dos vencedores são compilados numa edição impressa de luxo que é enviada a mais de 1500 decisores na área do design. “Este tipo de participações são um passo essencial para projectar o meu trabalho a nível internacional e dá-lo a conhecer a mais empresas”, explicou o designer.

Mas para além do prémio final, o designer ainda recebeu uma distinção dentro dos vendedores. “Fiquei ainda mais entusiasmado ao saber que recebi uma menção adicional que destaca o meu trabalho”, confessa Pedro. O jovem, que se revela um apaixonado pelo design, diz que depois desta vitória já tem em mente novos projectos. A criação de um atelier em parceria com o designer Daniel Pera, a conquista dos mercados emergentes como China, Angola e Brasil e, claro, novos prémios.

Designers portugueses valorizados no estrangeiro? Também, mas não só! O designer considera ainda que a principal diferença entre Portugal e o estrangeiro não é a diferente valorização dos designers, mas sim do Design. No entanto, a tendência está a mudar. “Num contexto de crise as empresas e indústrias têm vindo a aperceber-se que o Design é um elemento imprescindível”, comenta.

“Tenho uma enorme confiança e crença de que a crise será um motor de mudança”. O jovem acrescenta: “quero fazer parte deste motor e fico muito entusiasmado com o crescente contacto e colaboração com empresas nacionais”. O jovem designer está convicto de que a aposta no mercado nacional é imprescindível.

Pedro Gomes desenhou acessórios para telemóvel DR

Fonte: http://p3.publico.pt/cultura/design/2459/pedro-gomes-foi-um-dos-vencedores-do-faces-design-2012

“Alguns designers se consideram artistas, mas poucos artistas se consideram designers. Este é um assunto que as pessoas têm opiniões fortes, e eu estou ansioso para ler os diferentes pontos de vista nos comentários”

Por tuttygualberto

O tema do que separa arte e design é complicado e tem sido debatido há  muito tempo.

Artistas e designers compartilham conhecimentos em seus trabalhos, mas  as suas razões para fazê-lo são completamente diferentes.

Alguns designers se consideram artistas, mas poucos artistas se  consideram designers.

Este é um assunto que as pessoas têm opiniões fortes, e eu estou ansioso  para ler os diferentes pontos de vista nos comentários.

A arte inspira. O design motiva

Talvez a diferença fundamental entre arte e design, que todos  concordamos é sobre os seus propósitos.

Normalmente, o processo de criação de uma obra de arte começa com nada,  uma tela em branco. Uma obra de arte resulta de uma visão, opinião ou  sentimento que o artista tem dentro de si.

Eles criam a arte de compartilhar esse sentimento com os outros, para  permitir que as pessoas se relacionem, aprendam ou sejam inspirados por  ela.

As obras de arte hoje que obtém um maior sucesso são aquelas que  estabelecem um forte vínculo emocional entre o artista e o seu público.

Em contrapartida, quando um designer pretende criar uma nova peça, eles  têm quase sempre, um ponto de partida fixo, uma mensagem, uma imagem,  uma idéia ou uma ação.

O trabalho do designer não é inventar algo novo, mas de comunicar algo  que já existe, com um objetivo.

Esse objetivo é quase sempre motivar o público a fazer alguma coisa:  comprar um produto, usar um serviço, visitar um local ou dar algumas  informações. Os projetos bem sucedidos são aqueles que mais eficazmente  passam uma mensagem e motivam os consumidores a realizar uma tarefa.

A arte é interpretada. O design é compreendido

Outra diferença entre a arte e design é como as mensagens de cada um são  interpretadas por seus respectivos públicos.

Apesar de um artista se propor a transmitir um ponto de vista ou emoção,  não quer dizer que o seu ponto de vista ou a emoção tem um significado  único.

A arte conecta as pessoas de maneiras diferentes, porque é interpretada  de forma diferente.

Mona Lisa de Da Vinci tem sido interpretada e discutida por muitos anos.  Apenas porque ela está sorrindo? Os cientistas dizem que é uma ilusão  criada por sua visão periférica. Românticos dizem que ela está  apaixonada. Céticos dizem que não há motivo. Nenhum deles está errado.

Design é o oposto. O objetivo fundamental do projeto é o de comunicar  uma mensagem e motivar o espectador a fazer alguma coisa.

Se o design transmite uma mensagem diferente do pretendido e seu  espectador vai e faz alguma coisa diferente do objetivo da mensagem,  então ela não cumpriu a sua função. Com uma boa peça de design, a  mensagem é entendida pelo público alvo e o objetivo, alcançado.

A arte é uma questão de gosto. O design não

A arte é julgada pela opinião e opinião é regida por gosto.

A diferença entre bom e mau design não é uma questão de opinião. Uma boa  peça de design pode ser bem sucedida sem ser do seu gosto. Se ela  cumpre seu objetivo é compreendida, motiva as pessoas a fazerem algo,  então ser bonita, agradável ou não é irrelevante. Poderíamos continuar a  discutir este ponto de vista, mas espero que o princípio esteja claro.

A arte é um talento. O design é uma habilidade

Geralmente um artista tem uma capacidade natural desde a infância.  Cresce desenhando, pintando ou expressando-se de outra forma e  desenvolve suas habilidades.

Mas o verdadeiro valor de um artista é o talento. Há um detalhe  importante aqui: bons artistas certamente têm habilidade, mas habilidade  sem o talento é, provavelmente, inútil.

Design, porém, é realmente uma habilidade que é ensinada e aprendida.  Você não tem que ser um grande artista para ser um grande designer, você  só tem que ser capaz de alcançar os objetivos do projeto. Seja com  lápis, pincel e papel ou com um programa de computação gráfica.

Alguns dos estilistas mais respeitados no mundo são mais conhecidos por  seu estilo minimalista. Eles não usam muita cor ou textura, mas eles  prestam muita atenção ao tamanho, posicionamento e espaçamento, que pode  ser aprendido sem um talento nato.

A arte envia uma mensagem diferente para todos. O design envia a  mesma mensagem para todos.

Muitos designers consideram-se artistas, porque criam algo visualmente  atraente, algo que daria orgulho pendurar na parede e admirar. Mas uma  composição visual destina-se a realizar uma tarefa específica ou  comunicar uma mensagem especial, não importa o quão bonito seja; não é  arte. É uma forma de comunicação, apenas uma janela para a mensagem que  contém.

Poucos artistas se autodenominam designers, porque eles parecem entender  melhor a diferença. Artistas não criam os seus trabalhos para vender um  produto ou promover um serviço. Criam-no unicamente como um meio de  auto-expressão, de modo que possa ser visto e apreciado por outros. A  mensagem, se é que podemos chamar assim, não é um fato, mas um  sentimento.

http://andafter.org/publicacoes/a-diferenca-entre-arte-e-design_1545.html